878 - uma república de zéquinhas



Recordei o escritor chileno Luís Sepúlveda, há uns anos aguardava na extensa fila dos não comunitários para entrar na república, alguém o reconheceu (polícia, agente do serviço de estrangeiros e fronteiras).
Luís, agradecido disse algo como isto:
- Grande país onde até um polícia conhece um medíocre escritor chileno.
Provavelmente o polícia não era de Setúbal* como o Zéquinha e o Mourinho, possivelmente, não pensava pequinininho.
* os setubalenses (recordo com saudade o Setúbal, um velhote que cuidava do campo pelado do Tramagal Sport União) não têm culpa dos conterrâneos que lhes maculam o nome nem do Partido que põe e depõe presidentes de câmara desrespeitando o povo.
3 Comments:
O que repugna nestas imagens é a cobardia.
Lembram-se da cabeçada de Zidane, daquilo que escrevi na altura?
Homem que é homem ataca, pega o touro pelos cornos, não dá unhadas, não veste cor-de-rosa, não ataca por trás.
Se a moda pega vai ser um chinfrim alto là com ele.
Sim.
Chamaste-lhe poeta.
Setubalense (o bolo) é bom.
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