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Sábado, Julho 11, 2009

2152 - a raiz do agrião e a cabeça de alho chocho


Será 'snobeira'?
Será pura inveja?
O que será... que será?
Vou deixar estas palavras para meditarmos, do presidente que voa, à experiência ao nível da cabeça-da-área, do Falcao que bate a asa (será desasado?) ao seis de raiz, ao trinco de raiz e à zona do agrião.

Sexta-feira, Julho 10, 2009

2151 - cavalos, touros, fado e homens

A essência de Portugal...

2150 - escrever e escutar o fado


Este apelido em mim, que pouco valho,
Da minha honestidade é forte indício.
Sou Marceneiro, sim, porque trabalho,
Marceneiro no fado e no ofício.
Mar, ceneiro.
Gajo que faz cenas no mar.
Há um zarolho que, dizem, nadava com único braço, com única mão, que escreveu o fado da nação.
(qual seria o mão [a esquerda?] que nadava, qual seria a mão que segurava o escrito [a direita?] o que seria mais importante, nadar, segurar ou salvar, como mudar de mão sem molhar/salgar o futuro?).
Tive um tio já morrido, que se chamava Alfredo, recordo-o com rugas e silêncios, o meu tio Alfredo tinha muitas rugas mas tinha, ainda, mais sorriso.
Oiço Alfredo, o fadista... suponho-o assim, com um sorriso rugoso talhado na sabedoria.
Meu avô morrido, caído da ponte, marceneiro, carpinteiro, bicicleta trocista, ciclista por necessidade, não por vaidade, morrido com trinta e poucos anos de vida, três crianças sem um beijo de despedida...
Esculpir a madeira, talhar o destino, tudo isto existe, tudo isto é triste, tudo isto é fado.
Pressionar palavras, imaginar futuranças, quando não se desiste, nada é triste, tudo são esperanças.
Passado e presente.
Presente e futuro.
Projectar o destino...

Quinta-feira, Julho 09, 2009

2149 - cristianização

Seria engraçado, o caminho inverso ao do pesetero... depois chegava e dizia:
Barça és un somni des del meu nadó (Barcelona é o meu sonho desde que nasci ou desde bebé se preferirem).

Segunda-feira, Julho 06, 2009

2148 - o bobo rei

Lembrei-me.
A propósito de gestos, de atitudes e de portugueses que são excomungados devido a umas inofensivas orelhitas de coelho, já outros imitam uma cenoura e são idolatrados.
Uns ajoelham perante o Rei, engasgam-se com bolo-rei e tudo corre pelo melhor, no melhor dos mundos possíveis.
Repararam no que está ali escrito?
Sérgio Paulinho não participará nas olimpíadas.
Estava doentinho, com gripe das aves, asma (não era gripe suína) ou lá o que era.
Felizmente já está curado.

2147 - margarida em constância

Vencer, vencer... até dentro d' água.

Sexta-feira, Julho 03, 2009

2146 - abalada do coepinho

Quem assistiu ao debate ontem na assembleia da república sabe que em determinado momento se começou a falar no imaginário da Alice.
Ele era a oposição a falar de Sócrates do país das maravilhas, ele era Sócrates a ripostar com a Alice no país das maravilhas.
Ora o coelho, representa o atraso... aquilo que o Sr. Ministro queria dizer era: Caríssimo e ilustre deputado, senhor Bernardino Soares, está atrasado porque essa questão das minas de Aljustrel está a ser resolvida.
Chamar a alguém coelho da Alice no país das maravilhas, não podia, não deveria ter sido mal interpretado.
Detenhamo-no neste vídeo e na respectiva letra, os dedos indicadores esticados representam as orelhas do coelhinho.
Vejamos esta imagem, este gesto, sim, representa cornos.
Felizmente não estou sozinho nesta luta... o 31, também, tem a mesma opinião, aliás o post do 31 é anterior a este mas só hoje dei por ele.
Parece-me óbvio que há muita gente que deve um pedido de desculpa aos portugueses, se, de facto, o Sr. Dr. Manuel Pinho imitou um coelhinho isso será motivo para ser demitido?
(post actualizado em 2009.07.04 pelas 06H46)

Quinta-feira, Julho 02, 2009

2145 - vício de atar, vício de me atar

Às vezes atamo-nos à nossa concepção do mundo, esquecemos que o concreto é uma mentira dos sentidos.
Seria bom que conseguíssemos sair das nossas certezas.
A realidade será real?
A realeza era-o, mataram-na.
Vício de matar.

Quarta-feira, Julho 01, 2009

2144 - profunda reflexão sobre imagens estampadas


ARG?
AIG?
Uma placa cravada no peito dos santamargaridenses.
Uma palavra estampada no peito de Ronaldo.
Por enquanto detenhamo-nos na placa.
Num concelho comunista, numa freguesia comunista, uma placa sequestrada, suja, privatizada... uma fotografia tirada a medo... porque está a fotografar uma placa que está num espaço nosso, do lado de dentro duma vedação? poder-me-iam ter perguntado... aquela placa, aquele mármore epigrafado, será propriedade de quem? será uma propriedade nossa, dos pagadores de impostos e de contribuições autárquicas ou de quem a sequestrou?
Na minha opinião aquela placa é minha e de todos os outros aldeões/vilões que a pagaram com o suor do rosto, com o pão que deixaram de comer.
Ronaldo será propriedade de quem?
Minha não, certamente.
Julgo que, também, não será propriedade de crianças (menores) nem de pseudo-fotógrafos com 35 anos que colocam em risco a segurança duma pseudo-criança.
Ronaldo tem direito à vida privada.
A criança, o fotógrafo, a pseudo-criança e o pseudo-fotógrafo não têm direito a perseguir o capitão da selecção da república portuguesa de futebol (sim, estou a ser irónico, há quem lhe chame: selecção de Portugal).
Portugal implica masculinidade... reino de (...).
A república portuguesa é feminina, uma gaja fácil com as mamas expostas (ver imagem) como aquelas que o capitão gosta.
Reflexão profunda?
(perguntar-me-ão)
Sim.
Já escrevi muito sobre o direito à privacidade, os vídeos, as conversas gravados à socapa e os assassínios transmitidos em directo... estive sempre do mesmo lado.

2143 - veja lá o que faz

Brevemente, uma profunda reflexão sobre o direito à vida, à vida privada...

2142 - são margaridos, senhor

Estou, absolutamente, solidário com o Sr. João Baptista Pico.
As atitudes ficam para quem as pratica.
João pode ter muitos defeitos (e tem, como todos nós, aliás) daquilo que conheço dele [aquilo que li neste, noutros blogs, na imprensa local, nacional e que ouvi nas rádios locais] daquilo que conheço dele, dizia, não o estou a ver a sacanear pelas costas quem nele confia/confiou.
Podia tentar brincar com a situação, tipo:
- Não se confia num gajo vestido de vermelho...
João é sportinguista e de direita, não o esconde, não tem vergonha de convicções.
Há pessoas vestidas de vermelho confiáveis.
Margarido não é/não foi uma delas.
Não gosto de ver a campanha eleitoral no concelho onde nasci, assim.
Não gosto de vermelho, no futebol, na escultura/instalação e na ruborização da face.
Gosto de quem não cora, assume.
Quem cora sem gosto não tem pança (mas tem uma vergonha imensa que para sempre o acompanhará).
Quem corre por gosto não cansa.
Boa sorte na corrida, camarada Pico.
fontes & alambiques
Nota final: Leiam a notícia d' A _Barca, que está bastante completa, embora na minha opinião enferme dum anti-piquismo militante, obviamente [digo eu], foi uma decisão solitária de João Pico, as aldeias, as vilas, as cidades precisam de alguém que decida e dê a cara e não dos embuçados, sem nome, sem cara que enxameiam a política local e nacional...

Segunda-feira, Junho 29, 2009

2141 - são pedros e as memórias


29 de Junho de 1969, dia de festa.
A primeira pedra, no dia de Pedro.
O Pedro ainda não Mexia, eu era pequenito mas já me mexia e o Pedro Tamen.
São Pedros, somos Pedros.
Nós e as nossas memórias.
Nós e as memórias que carregamos, há quarenta começava-se a construir a Capela de São Pedro na Portela de Santa Margarida da Coutada.
Há quarenta anos, uma Igreja do povo, construída pelo povo.
Nota: Estou a tentar resolver com o blogger um problema relacionado com a hora a que os posts são escritos e aquela em que são publicados, as minhas desculpas pelo incómodo.

2140 - sei que pareço um burrana

sei que pareço um burrana
mas há muitos que conheço
que podem ter muita gana
mas são aquilo que pareço
(quadra adaptada a partir de António Aleixo)
O que será melhor ser um burro anónimo ou um burrana conhecido?
A imagem é um detalhe do espólio deste museu.
O burro que carrega Jesus, parece pensar:
- E o burro sou eu?

2139 - uma tempestade dos diabos


Talvez por ser historiador, apoquenta-me a falta de memória que ataca os dirigentes e os jornalistas desportivos em particular e o povo em geral.
Será que ninguém recorda Carlos Bernardo Santos?
Para os mais esquecidos, recordo que o Sr. Carlos Santos, no último Benfica - F. C. Porto, saltou do inferno, dirigiu-se ao árbitro auxiliar, apertou-lhe o pescoço (só não o matou porque não lhe apeteceu) voltou, calmamente, para o inferno da luz, perante a complacência da polícia e dos seguranças... as imagens seguintes mostram-nos confrontos entre a polícia e os «meninos bem comportados que apoiam o Benfica».
Curiosamente, na altura, o Senhor Costa (um jogador fantástico que em dois anos no Milan conseguiu um número fantástico de golos... zero) não veio botar faladura sobre as condições do Estádio da Luz para realizar partidas de futebol.
Um clube que não consegue no seu próprio estádio criar condições para os árbitros estarem em segurança no decorrrer dum jogo vem agora acusar os outros de quê?
José Manuel Delgado, ex-frangueiro das águias e actual sub-director d' A Bola coloca a questão desta maneira [o Sporting teve culpa porque não contratou os polícias/guardas necessários]: «Os adeptos do Benfica agrupados em torno dos No Name Boys - cerca de sessenta - foram acompanhados na entrada do recinto por quatro (!) agentes da autoridade, provavelmente um número dez vezes menor do que o aconselhável».
Fim de citação.
Delgado defende então uma relação 40/60, quarenta polícias para sessenta adeptos.
Considerando que estavam cerca de 2000 adeptos em Alcochete o número de polícias presente deveria ser cerca de 1333.
Repito aquilo que o sub-director do órgão oficioso do Benfica defende é que a culpa dos incidentes é do Sporting porque deveria ter assegurado a presença em Alcochete de mil trezentos e trinta e três agentes da autoridade.
Quando a análise jornalística é isto, quando os factos são estes, lembro um árbitro assistente chamado José Ramalho que poderia ter morrido com uma bandeira na mão direita e duas mãos diabólicas a apertarem-lhe o pescoço.

Domingo, Junho 28, 2009

2138 - o doutor freddy numa lição de português

Este post era/é uma provocação.
Na blogosfera encontra-se muita gente boa, pessoas com piada.
Freddy é uma figura fantástica, é duma terra de touros e toureiros [Vila Franca de Xira] não consta que seja toureiro, é adepto do clube do dragão verde e veste uma camisa branca com laço vermelho... uma espécie de Luís Filipe Vieira, sócio do Futebol Clube do Porto, do Sporting Clube de Portugal e ex-presidente (demitiu-se por não ter condições para exercer o cargo, mas actua como se fosse presidente) dum clube da zona de Benfica (na cidade de Lisboa).
Freddy, Freddy Adu mais um jogador da Instituição, vergonhosamente, derrotado depois de ter estado a vencer numa final por dois zero...

2137 - esculturas e instalações


A obra.
Obrar.
O importante será a coisa ou o enquadramento da coisa?
Peguem na segunda imagem, envernizem a madeira, coloquem o metal a brilhar, componham uma legenda: Desastre 2009, instalação do artista Pêdro... eis uma instalação do séc. XXI.
Peguem na primeira imagem deixem-na enferrujar e coloquem-na na berma esquecida dum caminho numa estação de serviço...
A primeira imagem foi obtida em Constância e encontra-se enquadrada com pompa e circunstância... uma fantástica escultura do artista Coêlho.
A segunda é um caixote do lixo numa berma abandonada na estação de serviço de Aveiras na A1 (sentido Fátima-Carregado).

2136 - lolita em abrantes

Imagem obtida na estação de serviço de Abrantes (sentido Constância - Mouriscas da A23) no domingo passado.
Curiosamente os bloggers de Abrantes que só se indignam por duas razões (por tudo e por nada) ainda não tiveram tempo para escrever umas linhas sobre o assunto.
Chupar, voluptuosamente, gelados publicitários será mais digno que entrar numa arena para enfrentar um bezerro?

Sábado, Junho 27, 2009

2135 - queixa futebol campus

Vou iniciar este post com palavras de Francisco, do Pinhal Novo:
estava lá... jogo normal.. animado ... com seres humanos adeptos de ambas as equipas nas bancadas... até que se começou a verificar um sururu ao longe... era uns "animais" vestidos de vermelho ... que arremessavam tudo contra os adeptos que se encontravam nas bancadas a ver o jogo... e sem poderem dispor do mesmo tipo de armas (pedras) para responder... como havia muitas famílias com miúdos... o fiscal de linha comunicou a situação e o pessoal refugiou-se dentro do campo para se proteger das pedradas... quero dizer que me encontrava na bancada central e oposta aquela para onde foram arremessadas pedras pelo que presenciei todo o acontecimento... quero dizer que sou sportinguista... mas que ao meu lado estava adeptos do Benfica ... ordeiros e sem nada terem a ver com aquela situação... é pena, é que os acontecimentos estejam a ser deturpados pela comunicação social ( TV's) pois se tudo foi gravado... poder-se-á esclarecer efectivamente o que se passou....vergonhoso... volto a dizer que ao meu lado havia adeptos do Benfica e nunca durante os 25 minutos do jogo existiu qualquer troca de palavras... só que depois chegaram os animais.... que por acaso eram do Benfica.... e que acabaram com a festa... com o beneplácito da polícia que os protegia... porque senão a esta hora outro galo cantaria... os animais vinham com o único propósito de acabar com o jogo...
Este post é sobre pessoas normais, gajos e gajas, ciganos e ciganas, pessoas como nós.
Gosto de pensar que no mundo há dois tipos de pessoas:
1. Os gajos
2. Os ciganos
Hoje constatei que estes dois grupos tem um sub-grupo que lhes é comum: os benfiquistas radicais.
Os benfiquistas radicais podem ser gajos ou ciganos e atacam, indiscriminadamente, todos os outros, com uma predilecção especial para os sportinguistas.
Olhemos a imagem.
Sangue, que nos ataca pela direita e por cima, sangue bom corre-nos nas veias (e é nosso), sangue mau é aquele que provocamos em os outros (noutros se preferirem).
Sangue, vermelho, encarnado, dor e sofrimento.
Verde, campo, esperança e liberdade.
Branco, pureza, autenticidade, paz e liberdade.
Prefiro a esperança, a autencidade, a liberdade e a paz verde e branca à dor, à crueldade e ao sofrimento vermelho.
Não me é difícil optar entre o verde/branco e o vermelho.
Uma questão cromática, provavelmente.
Ou então uma questão de optar entre uma elite maioritária e sanguinária e um povo oprimido.
Tenho-me como um cidadão com alguma coragem.
A mesma que me fez comprar aquele bilhete ali em cima e partilhar uma bancada com adeptos do Benfica.
O jogo começou com um golo do Sporting.
Continuou com a expulsão dum jogador do Benfica, foi à minha frente, o jovem que viu o vermelho directo, na mesma frase coloca em causa a reputação da mãe, da esposa e do árbitro: ò meu filho d'a put*, cabr*o do caralh*, vai-te fod**... uma frase muito abrangente (merecia três cartões vermelhos).
Um bom jogo, acompanhado de adeptos benfiquistas, com sorrisos, com bocas, com respeito.
O problema não é o clube centenário (em 2009 o SLB celebrará 101 anos) nem os adeptos normais desse clube, o problema são os tais adeptos radicais que referi acima.
Num comentário ao post anterior TZ refere que as equipas deviam ser as duas eliminadas, mas que culpa têm os jogadores dos energúmenos que se acoitam sob as bandeiras do clube?

2134 - a corda do fá e a corda da fé

Uns jogam para ganhar.
Os outros diz que são uma espécie de empatas.
Dum lado a equipa treinada por Telmo (aqui com a camisola azul e branca do Tramagal) do outro um conjunto de jogadores amestrados por um técnico de luvas, de luvas negras.
Que ganhe o melhor (e que o melhor não seja o Lucílio Baptista de serviço).

Quarta-feira, Junho 24, 2009

2133 - avenida 24 de junho, o primeiro dia de portugal

2132 - freddy adu

zona franca, mente

2131 - a quarta classe antiga, no meu tempo não havia gloco

Os anónimos e as coincidências.
Será que o texto a azul é uma cópia da wikipédia?
A criatura anónima diz que não:
Cá por estas bandas não preciso de saber uma coisa chamada História de Portugal à base de um local onde tu vais muitas vezes chamado de "wikipédia" para aqui postares várias coisas.
Aqui é tudo gema desde os tempos de escola, onde a História de Portugal era o sumo de um ensino profundo e não um sumário.
Se quiseres saber alguma coisa da dita História de Portugal desde os seus primórdios até à actual data, eu ensino-te.
Ensinai-me mestre (ou mestra)...
Brito Camacho, em consequência da Revolução de 28 de Maio de 1926 foi obrigado a abandonar a actividade política, retirando-se para a vida privada.
Faleceu em Lisboa no dia 19 de Setembro de 1934.
Algum leitor acreditará que a História salazarenta escreveu uma linha sobre Brito Camacho nos manuais escolares?
Posts relacionados:

2130 - os lábios de neda não mais sorr-irão

Segunda-feira, Junho 22, 2009

2129 - um cromo chamado jesus, primeira epístola aos calónicos

Há quatro anos (mais ou menos) que por aqui semeio palavras.
Umas planto-as.
Outras avento-as.
Umas cuido.
Outras descuido.
Palavras, leva-as o vento?
Não!
Palavras...
O vento no-las traz (há cerca de quatro anos que ansiava por «postar» esta construção frásica «pseudo-intelectualóide»... "O vento no-las traz" que raio de merd* é esta?)
Está perfeitinho...
Gramaticalmente correcto (correto?)... ai que bem que isto está...
Repito:
«O vento no-las traz»
Palavras... o vento trázias e levazias

2128 - um cão chamado piloto

Negra.
Negra como a noite da Cidade-Luz.
Negra a atitude.
Negaram a entrada da negra cadela.
Negar não negaram mas queriam-na açaimada.
Quem nos guia não se açaima, pensou Carlos.
Ah e o o cão chamado Piloto? (era/é burro).
A cadela desta história é negra e distinta, não veste Gucci, é Gucci.

Sábado, Junho 20, 2009

2127 - maria barroso somares

Mais uns milhões deitados à agua.
Alguém me explica porque não foi convidada Helena Sacadura Cabral acompanhada pelos dois rebentos (no caso do rebento mais novo, responsável por mais este «rebentamento» do nosso orçamento)?

2126 - michelito é aluno de 9,2 em 10

Um sorriso e duas hábeis mãos.
Mãos que escrevem numa caligrafia perfeita.
Mãos que empunham a espada.
Mãos que acariciam a guitarra.
Mãos que numa república onde o talento, o mérito, a eficácia e o saber não são reconhecidos não se mostraram.
Mãos e nãos.

Sexta-feira, Junho 19, 2009

2125 - a arte de pensar a arte

A arte, toda a arte, é de quem a faz (e de quem a paga) mas é, fundamentalmente, de quem a sente.
Da direita para a esquerda e de cima para baixo:
1. Cidade Imaginária (de Abrantes) / Ponte
2. Cidade Imaginária (de Abrantes) / Sinal de trânsito
3. Cidade Imaginária (de Lisboa/Telheiras)
4. Baixo relevo no edifício da Faculdade de Direito da Universidade Clássica de Lisboa.
As pessoas que acham que um tijolo é um tijolo e que os Lusíadas têm quatro cantos como todos os livros, jamais perceberão que os operários, também, se constroem... com arte.

2124 - é um animal esta criança

Serem actores de telenovelas, jogadores de futebol e vedetas de concursos televisivos onde imitam canções pimba... pode ser.
Aprenderem a enfrentar o futuro com coragem e um sorriso nos lábios... não
Pergunto:
A associação animal serve para proteger os touros (e levá-los à extinção) ou para proteger as crianças de todos os males do mundo?

Quinta-feira, Junho 18, 2009

2123 - o primeiro dia de jesus no inferno

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