1156 - serão burrocratas, senhor...

O humor não é de direita nem de esquerda, existe.
Daniel Oliveira é um blogger que admiro. Detenhamo-nos no post. Escreve: passa-se, obviamente, significando: passasse, secundaria por secundária, povoa por póvoa, passa por passasse e chamar-se por chamar-se-ia.
Tudo isto com a intenção de nos fazer rir, de nos fazer desacreditar das escolas públicas construídas ao longo de trinta e três anos, como que a dizer-nos: durante trinta e três anos nem sequer nos ensinaram a utilizar a língua portuguesa e agora os burros são os santos, os ruins são os santos?
Já em 1988 as escolas deixavam de ter nomes de santos mas na altura não existiam blogs para se indignarem.
2 Comments:
Ora vamos lá brincar ao pensar das coisas.
Por que razão não há-de existir um documento legal a definir as condições de atribuíção dos nomes das escolas.
Eu quis chamar Felipe ao meu filho e a republica portuguesa não deixou. A criança chama-se Filipe, porque Felipe Manuel era horrível, José Felipe valha-me os santinhos, felipe maria, coitado. Penso que deu para perceber.
Retomando. Para além de servir muito bem de tema para post do dia, a questão do nome das escolas, nem questão chega a ser...
Eu que sou distraída como o caraças, ainda não vi, mas pode haver, ninguém indignar-se com a necessidade de consagração em lei, direitos e deveres intrinsecos da natureza da pessoa humana: Declaração dos Direitos Humanos. etc e tal.
É pá bloguem as cenas rídiculas dos cafés onde se fuma e onde não se fuma e dos gatos que bebem e não bebem e produzem espectáculos que vou ali e já volto, valham-nos os santos.
O desrespeito pela sílaba tónica é somente para seguir a linha expressiva do post citado. Ou então não.
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