191 - não há machado que corte a raíz ao pensamento...

versos: Carlos de Oliveira
música: Manuel Freire
Não há machado que corte
A raíz ao pensamento
Não há morte para o vento
Não há morte
Se ao morrer o coração
Morresse a luz que lhe é querida
Sem razão seria a vida
Sem razão
Nada apaga a luz que vive
No amor num pensamento
Porque é livre como o vento
Porque é livre
Vou seguir o sábio conselho do Preca (é a primeira vez que te trato, assim), vou enterrar o machado.
É divertida a discussão sobre futebol... torna-se obsessiva quando levada demasiado a sério.
Futebol... 22 tipos atrás dum bocado de borracha mais dois com bandeirinhas (como as guardas das passagens de nível) e outro com um apito (como os sinaleiros).
Os leitores mais jovens interrogam-se: "O k será akilo ko kota kolokou entre akelas cenas kurvas?"
Peçam ao s'tor de História para explicar...
Agora a sério, os "posts" futeboleiros vão de férias...
3 Comments:
kota sou eu!
ainda por cima não há maneira de ganhar juízo...
Amigo Pedro,
Esta do machado deve ser uma "bocarra" para as machadadas do Não há dúvida?!
Kota, referia-se a termos como polícia sinaleiro... nós somos jovens, obviamente
Psac
era mesmo...
Um abraço a ambos.
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