1157 - fu(r)mar

Não fumo, ainda, mas estou a pensar, seriamente, em começar.
Depois penso no dinheiro que a república arrecada em cada pacote (arrecadar no pacote, soa bem, não soa?) e isso inibe-me de contribuir, pois acho que quanto menos dinheiro os gajos tiverem para gerir, melhor, menos gastam mal gasto.
Hoje jantei pela primeira vez num desses restaurantes onde já não se pode fumar, menos clientes e menos consumo.
Clientes habituais que, normalmente, ficariam a conversar e a bebericar uns líquidos, jantaram e zarparam.
A economia ir-se-á ressentir, portanto, palpita-me que alguns impostos irão subir para equilibrar as coisas, a ver vamos.
Formar seria, talvez, mais importante que proibir mas muitos esquecem-se da palavra tolerância, os fumadores, por exemplo, são muito mais tolerantes com os não-fumadores que o contrário.
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