1196 - c'etait la première fois que je pleurais en lisant une BD



Comprei este livro por causa da ilustração da árvore que nasce dentro da casa como um grito irreprimível de liberdade.
O título, também, nos questiona, os estigmas que todos carregamos, as marcas que nos diferenciam tornando-nos únicos, as nossas características que são ao mesmo tempo defeitos e qualidades...
Vou terminar com uma frase retirada da p. 50: Caminhar fazia-me bem... a minha cabeça esvaziava-se, não tinha nem pensamentos, nem preocupações... não sabia onde ir, mas ia como se o soubesse... lembra-me um dos lemas deste blog: o caminho faz-se andando.
14 Comments:
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Navegar tambèm faz bem.Tenho saudades do mar...
Carissima Rosa ,grato por me fazer lembrar Sttau Monteiro.
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Cara Rosa, se nunca leu Sttau Monteiro é pena, para si, para a sua formação como cidadã, se Luís lesse o comentário da tripla interrogação sorriria e continuaria a fumar e a bebericar o tinto...
«Luís Infante de Lacerda Sttau Monteiro constrói a sua vida tendo como "a única coisa sagrada ser livre como o vento".»
Assim de repente recomendo-lhe a leitura de: «Todos os Anos pela Primavera» (1963) – uma parábola com contornos «kafkianos» sobre quem está do lado de dentro e de fora da prisão, quem prende quem, quem está preso e quem está livre.
Caro Manuel, esta juventude lê cada vez menos, passam o tempo na «internet», sinais dos tempos, camarada.
Pedro, meu querido amigo, penas têm as galinhas!
Eu também sorrio,na observação do seu comentário que me comenta, por que razão havia Stau Monteiro de ler o seu «blog»? Eu, que o escrevi e leio o seu «blog» como passatempo, também continuo a beber água do Luso e a fumar. O que interessará à humanidade saber como Sttau Monteiro constrói a vida? Se é com, ou sem vento, o vento existe, independentemente das construções existenciais, finitas, de Sttau Monteiro.
Caríssimo amigo, eu não necessito de ler Stau Monteiro para saber quem está livre, quem prende e etc e tal. O meu amigo, fez essas descobertas nessas leituras? E ficou mais ou menos livre? Soltou os grilhões na e pela leitura? Colheu daí a sua formação, enquanto cidadão?
Fantástico!, para si!, Exercite o lido. Faça-o praxis, envolvendo os outros, olhe, dedique-se á política, como sugere no «post» abaixo... vá há televisão e aproveite os minutos de fama. Mude o mundo!
Onde é que Stau Monteiro leu? Se souber, recomende-me essa leitura, prefiro ir logo a deus, sem passar pelos santos.
Deve ler:
vá à televisão
ainda que:
«vá há televisão», possa, a um tempo, sugerir que exite televisão onde se pode ir. Verá, que os linguístas me hão-de dar razão, a seu tempo.
deve ler-se:
dedique-se à política.
Passar bem que vou a la mer, que o cimento da cidade ou a pequenez do campo, não perturbe as suas leituras.
Até de repente.
(Não digo: adeus, porque detesto enviar as pessoas para deus. elas que decidam para onde querem ir).
Carissima Rosa nunca me passou pela cabeça que citou Sttau Monteiro, mas là que me o lembrou ,lembrou.
Em relação aos homens do mar cito-lhe outra frase gloriosa:
-Só existem três espécies de homens:
-Os mortos ,os vivos e os que andam no mar.
Prefiro os vivos.
Manu el, tentei trazer-lhe o mar, mas este blogue tem a particularidade de não mostrar imagens no perfil* dos comentadores. Manias de blogger. Paciência.
*Deve ser para não estarmos a levar com aquele lagartinho a cada prazeroso comentário. Digo eu.
Neste «blog» as imagens são construídas com letras que se amontoam.
Espero que não seja, tipo: tudo ao molho e fé em deus.
Não, não, até porque muitas vezes os molhos provocam nódoas.
Nãp gosto de molhos uns (os líquidos) porque provocam nódoas, os outros porque me lembram o feixe de Mussolini que daria origem à palavra fascismo.
Muito pior do que eventuais nódoas, é o problema do colesterol, um verdadeiro risco para a saúde.
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