quinta-feira, março 13, 2008

1230 - cego, bem, quase cego

Um gajo chamado Paterson (pai e irmão).
Nascido em Nova York em 1954, Paterson sofreu, quando criança, uma infecção que o fez perder a visão em um olho e afetou severamente a capacidade do outro, mas desde pequeno negou-se a estudar a linguagem em Braille.
Já o Expresso não faz a coisa por menos, cega o gajo e pronto.
Continuo a lidar mal com os moralismos americanos, prefiro um governador que goste de confraternizar e conviver com outras pessoas a um presidente abstémio e crente que só faça mer**.

4 Comments:

Anonymous MANUEL MARQUES said...

Quem conta um conto, acrescente um ponto.

sexta-feira, março 14, 2008 6:27:00 da tarde  
Blogger Rosa Oliveira said...

Da suposta cegueira, temos mais do que uma versão e daquelas mãos tão esquisitas, não há versão alguma?

sexta-feira, março 14, 2008 7:39:00 da tarde  
Blogger pedro oliveira said...

As mãos abertas são do pai do senhor. O senhor cego (quase cego)é o menino do penteado «afro» e do casaco de duvidoso gosto.

sábado, março 15, 2008 12:06:00 da tarde  
Blogger Rosa Oliveira said...

Pois eu gosto do casaco e combina na perfeição com a gravata.

sábado, março 15, 2008 6:02:00 da tarde  

Enviar um comentário

<< Home

não é o fim, nem o princípio do fim, é o fim do princípio