1238 - uma gaja, maria de lurdes

Um gajo de bigode negro, um gajo careca de barba negra.
Sem mil gajos a passarinharem-se no paraíso do consumismo no dia do concerto dos Cure.
No dia internacional da gaja, pedia-se a demissão de uma Mulher, ministra de um governo Socialista.
Chumbada, significa, actualmente, ficar retida, se os professores pretendem que a senhora gaja fique retida, pretendem, obviamente, que continue, não é?
A ideia era protestar, simbolicamente, porque não foram para Baleizão, então?
9 Comments:
«Chumbada, significa, actualmente, ficar retida,»
E o trabalho que dará aos senhores professores, fazerem as cruzinhas todas no Plano de Recuperação, com fundamento na retenção!...
«E o trabalho que dará aos senhores professores, fazerem as cruzinhas»
Não quero acreditar que o fundamento do protesto seja «o trabalho que dará», a senhora é professora e sabe melhor que eu do que fala, saber de experiência feito, como diria o zarolho.
Enfim, entre as cruzinhas dos professores e a cruz da Ministra, dos Pais e dos Alunos... lá vamos, marchando indignados e rindo
Eu não quero acreditar é que esteja com algum problema hermenêutico, a esta hora de um novo dia.
Caríssimo, no Ensino Básico, uma Retenção, implica a elaboração de um Plano de Recuperação das aprendizagens. Não falei em fundamento de protesto algum. Já que, o seu comentário, traz implícito um questionamento, sempre lhe digo, o que está cansado de saber:
a) O móbil do protesto é (foi) o Decreto sobre a Avaliação de Desempenho Docente.
b) O fundamento, é (foi) na minha opinião, o emprego.
Acontece que, para mim, uma coisa é a empregabilidade, outra, é a educação. O resto é partidarismo (aproveitamento político e politizado no que o conceito tem de pior) e sindicalismo (defesa representativa dos direitos e deveres (julgo eu) dos trabalhadores num estado de direito).
Eu sei bem do que falo, nem sempre sei de que falam os outros, mas gosto de ouvir.
Antes do zarolho o dizer, já Aristóteles o tinha escrito.
Vamos lá a ver se nos entendemos, Aristóteles falou de:
ενγενθω ε αρτε
(o meu grego está um bocadito enferrujado, tipo Katsouranis, enfim, dá para desenrascar)
Bonjour!
Qer dar o mérito ao (seu) Zarolho, pois seja. Aristóteles valoriza a experiência... e a afirmação do (seu) zarolho, remete exactamente para o saber que advém da experiência.
O meu amigo, saiu(-me) melhor que a encomenda [lá está, saber de experiência feito pela/na navegação], mas não me fale em grego, se faz favor, que, lamentavelmente não tive Grego; o meu saber do grego é, apenas, de experiência feito, precário, superficial, portanto, 'tá!?
Excelente dia para si.
O google é fantástico...
http://www.google.com/search?hl=pt-PT&rls=com.microsoft%3Apt%3AIE-SearchBox&rlz=1I7GGLJ&q=saber+de+experiencia+feito+arist%C3%B3teles&btnG=Pesquisar&lr=
Língua morta, ainda!
Ah!... Então, vou pregar a outra freguesia...
Gajas que ficarão para a história...
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