Gosto de algumas coisas que esta senhora escreve, de outras nem tanto. A bebé que nas (...) barriga do pai deixou o mundo de boca aberta. Hoje no Oregon, amanhã no Ribatejo. Considero ofensivo utilizar a palavra Ribatejo no contexto, porque não China?
Pois, diria que o meu amigo, tem uma qualquer fixação pelos escritos desta senhora. Sem nada de extra-ordinário, é o texto jornalístico, de cariz descritivo-informativo, com intenções implícitas para desconstruir um preconceito que se apresenta como fundamento da lei e, depois, termina, paradoxalmente, com um estereótipo (preconceito). característica evidente noutros escritos.
(Ah campino! Ainda não será desta que parirás em dor. Contudo, depois da cesariana, verás como tens músculos.)
Observações: Considerando o «ethos» e a «aisthesis» do campino e do fandango, ´tou capaz de cá voltar, para outro comentário subjectivo.
Caro Pedro, já que não permite comentários ao «post« 1393, permita-me:
a criatura que referencia, devia arranjar uma vidinha, ou então, mostrar-nos algo, verdadeiramente, inédito. Obviamente que todos sabemos, não ser exemplo positivo de coisa nenhuma, salvo da estupidez humana. Sou optimista, por natureza, mas diz-me a experiência/formação/educação, que certa estupidez, de tão abjecta, é incurável, pelo que, não devemos cansar a nossa inteligência. Certos seres, encontram-se, irremediavelmente, em estado bestializado, numa dormência infantilizada (não disse: infantil), não lhes reconheço competência alguma.
Felizmente que tenho lido «blogues» ribatejanos que nos convidam, efectivamente, ao pensamento. O seu, de comentadores seus, perfeitamente, identificados e ainda, uns quantos. O mundo é diversificado...
3 Comments:
Pois, diria que o meu amigo, tem uma qualquer fixação pelos escritos desta senhora.
Sem nada de extra-ordinário, é o texto jornalístico, de cariz descritivo-informativo, com intenções implícitas para desconstruir um preconceito que se apresenta como fundamento da lei e, depois, termina, paradoxalmente, com um estereótipo (preconceito). característica evidente noutros escritos.
(Ah campino! Ainda não será desta que parirás em dor. Contudo, depois da cesariana, verás como tens músculos.)
Observações: Considerando o «ethos» e a «aisthesis» do campino e do fandango, ´tou capaz de cá voltar, para outro comentário subjectivo.
Caro Pedro,
já que não permite comentários ao «post« 1393, permita-me:
a criatura que referencia, devia arranjar uma vidinha, ou então, mostrar-nos algo, verdadeiramente, inédito. Obviamente que todos sabemos, não ser exemplo positivo de coisa nenhuma, salvo da estupidez humana. Sou optimista, por natureza, mas diz-me a experiência/formação/educação, que certa estupidez, de tão abjecta, é incurável, pelo que, não devemos cansar a nossa inteligência. Certos seres, encontram-se, irremediavelmente, em estado bestializado, numa dormência infantilizada (não disse: infantil), não lhes reconheço competência alguma.
Felizmente que tenho lido «blogues» ribatejanos que nos convidam, efectivamente, ao pensamento. O seu, de comentadores seus, perfeitamente, identificados e ainda, uns quantos. O mundo é diversificado...
Estou câncio de dançar o fandango.
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