Caríssimo Pedro, nem abri o «link». Prevísivel: criança baleada pela GNR, certo? Às vezes (muito poucas) vejo televisão. Obrigada pela atenção: fez-me lembrar:
- Dona Rosa, a sua filha chegou.
Tenho um nome que se presta aa estas cenas, qu'hei-de fazer!?
Uma descrição politicamente correcta. No desenvolvimento, eventual, nesta caixa de comentários, acabaremos a discernir se, a Câmara, lhes forneceu , também, água canalizada à borla. Eu pago aquela que consumo e, por acaso (ou não) é... dessalinizada.
Caro Pedro, pelo vistos ainda não se quis aperceber do que está a pretender fomentar com essa sua observação, pois não?!
Então repare: o que está a promover não será uma ciganice dos diabos?! No limite, está a querer promover uma monumental prática de "escudos humanos", através já não dos reféns de ocasião, mas de todas e quaisquer crianças fáceis de manobrar e de utilizar por quaisquer assaltantes sem escrúpulos...
As crianças a coberto de poderem ser ou não, filhos dos bandidos permitiam a estes um excelente motivo de protecção. Nestes casos até as exibiriam como meio de paralização e intimidação das forças policiais.
Não quero com isto desculpar as forças policiais, nem liberá-las para não olharem a meios - nem a crianças, quando tiverem que disparar. Só não quero é que todos possamos ficar reféns por omissão ou inacção. Certamente, que tudo não passou de uma triste coincidência agravada pela memória fresca destas tristes sucessões de acontecimentos e tiroteios...
Agora, também não podemos ignorar que este crescendo de violência já vinha a ser assinalado com avisos de várias instâncias. A violência está a crescer assustadoramente. É um facto. Não há que ser A ou B, apenas a terem isso em atenção. Tem também o Pedro Oliveira de ser mais cauteloso e sério na argumentação. É um problema que nos toca a todos meu caro Pedro. Não queira fazer de Pôncio Pilatos...
Ó meu querido amigo, desde o primeiro «post» que fez a este caso que sabemos todos, sermos parte da solução (isto, somente para usar as suas palavras).
Outra coisa muitíssimo importante:
o jovem (afinal ainda não percebi se tinha 11, 12 ou 13 anos) que, alegadamente, participou num assalto e, em consequência disso acabou morto, era cigano. O miúdo era cigano.Podia ser branco, preto, cinzento, amarelo, gordo, magro, alto, baixo, careca, miope, loiro......... mas, por acaso, era cigano. Ser cigano, constitui, também, a sua (dele) identidade.
6 Comments:
Caríssimo Pedro, nem abri o «link». Prevísivel: criança baleada pela GNR, certo? Às vezes (muito poucas) vejo televisão. Obrigada pela atenção: fez-me lembrar:
- Dona Rosa, a sua filha chegou.
Tenho um nome que se presta aa estas cenas, qu'hei-de fazer!?
«Prontes», já li. ok, na boa!
Uma descrição politicamente correcta. No desenvolvimento, eventual, nesta caixa de comentários, acabaremos a discernir se, a Câmara, lhes forneceu , também, água canalizada à borla. Eu pago aquela que consumo e, por acaso (ou não) é... dessalinizada.
apenasmente pra não haver mal-enganos, voltei para deixar a ilustração cinéfala:
http://www.youtube.com/watch?v=0lq-bIoJxb8
A conversa hoje já vai adiantada. Boa noite, então
Caro Pedro, pelo vistos ainda não se quis aperceber do que está a pretender fomentar com essa sua observação, pois não?!
Então repare: o que está a promover não será uma ciganice dos diabos?!
No limite, está a querer promover uma monumental prática de "escudos humanos", através já não dos reféns de ocasião, mas de todas e quaisquer crianças fáceis de manobrar e de utilizar por quaisquer assaltantes sem escrúpulos...
As crianças a coberto de poderem ser ou não, filhos dos bandidos permitiam a estes um excelente motivo de protecção. Nestes casos até as exibiriam como meio de paralização e intimidação das forças policiais.
Não quero com isto desculpar as forças policiais, nem liberá-las para não olharem a meios - nem a crianças, quando tiverem que disparar.
Só não quero é que todos possamos ficar reféns por omissão ou inacção.
Certamente, que tudo não passou de uma triste coincidência agravada pela memória fresca destas tristes sucessões de acontecimentos e tiroteios...
Agora, também não podemos ignorar que este crescendo de violência já vinha a ser assinalado com avisos de várias instâncias. A violência está a crescer assustadoramente.
É um facto.
Não há que ser A ou B, apenas a terem isso em atenção. Tem também o Pedro Oliveira de ser mais cauteloso e sério na argumentação.
É um problema que nos toca a todos meu caro Pedro. Não queira fazer de Pôncio Pilatos...
Recomendo a leitura de:
http://santamargarida.blogspot.com/2008/08/1492-vtima-da-circunstnsia.html
Somos todos parte da solução.
Ó meu querido amigo, desde o primeiro «post» que fez a este caso que sabemos todos, sermos parte da solução (isto, somente para usar as suas palavras).
Outra coisa muitíssimo importante:
o jovem (afinal ainda não percebi se tinha 11, 12 ou 13 anos) que, alegadamente, participou num assalto e, em consequência disso acabou morto, era cigano. O miúdo era cigano.Podia ser branco, preto, cinzento, amarelo, gordo, magro, alto, baixo, careca, miope, loiro......... mas, por acaso, era cigano. Ser cigano, constitui, também, a sua (dele) identidade.
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