1806 - batman, bate leve, levemente, como quem chama por si
Se me pedissem para definir Batman em duas palavras, diria:
Herói angustiado.
Batman não voa como Superman.
Não foi picado por uma aranha radioactiva (geneticamente modificada na nova versão) como Spiderman.
Não foi altruisticamente atingido por raios gama [entenda-se foi atingido quando praticava um altruístico acto] como Hulk.
Batman é um homem na sua circunstância.
Um homem e a sua dor (considera-se culpado dos pais terem sido assassinados).
Gosto de Batman e daquilo que representa, um homem que é obrigado a conviver com os seus erros (como eu, como todos nós).
Batman, o herói mortal...
Espero que tenha tido uma digna morte.
18 Comments:
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Batman não lança nada esquisito (quem lança teias éo Spiderman) bem talvez lance... quando come feijoada.
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Vai para uns tempos que cá o Cidadão encontrou um, no Carsoscópio! Era feio como o raio!!!
Ah, as cenas esquisitas eram os «bat boomerang»
http://images.buycostumes.com/mgen/merchandiser/22102.jpg
O texto que escrevi é sobre a complexidade da personagem, não sobre festas de crianças com mais de três anos.
Enfim há sempre quem desvie as conversas para o acessório.
Caro Cidadão, no Carsoscópio? Por vezes encontramos coisas estranhas.
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Cara Rosa,
Se reparar o «post» tem alguma complexidade, teoriza sobre a essência humana,o sentimento de culpa, a angústia.
O Homem Aranha, lança teias e essa habilidade é fundamental para o seu (dele) êxito como super-herói quando fica impedido de lançar ter teias fica vulnerável.
Os «bat boomerangs» são um pormenor ridículo na composição da personagem Batman.
Contudo como especialista talvez a cara comentadora queira partilhar connosco quem foi o primeiro desenhador a «inventar» o «bat boomerang», em quantos «comics» entram e qual é a importância real
desse acessório,
Fico a aguardar e os meus leitores também, o «bat boomerang» é uma questão que neste momento preocupa centenas, quiçá milhares de leitores.
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«importância do boomerang na cultura aborígene»
Presumo que etimologicamente saiba o que significa a palavra aborígene.
Toda a cultura é aborígene.
Eu sou aborígene de Santa Margarida da Coutada e na minha cultura o boomerang não tem grande importância, utilizamos fisgas ou arco e flecha efectuados com varetas de guarda-chuvas velhos.
Presumo que se referisse aos aborígenes australianos.
Fico perplexo como é que alguém que conhece em pormenor os artefactos utilizados por Batman (continuamos a aguardar uma explicação pormenorizada) fale de aborígenes assim, generalizando.
Recordo apenas como começou esta troca de opiniões:
«Quer dizer, que o meu amigo (...) tem um mordomo especial, um g'anda carrão, uma g'anda mota e lança umas cenas esquisitas?»
Mais uma vez o consumismo sempre presente, o desprezo pelos aspectos morais, pelos conflitos interiores e a focagem no acessório, nos mordomos, nos carros, nas motas... enfim uma versão requentada dos «Morangos com Açucar» e da «Floribela».
Bom almoço.
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Afirmação/pergunta:
«(...) lança umas cenas esquisitas?»
Resposta:
«Batman não lança nada esquisito (quem lança teias é o Spiderman) bem talvez lance... quando come feijoada.»
Reparem, admito que talvez lance... está lá para quem souber ler.
Cenas esquisitas pensei que fossem teias, desde quando o «bat boomerang» é uma cena esquisita?
É deselegante aproveitar a minha suposta ignorância sobre o «bat boomerang» [cenas tecnológicas qu'ele inventa, tipo discos e essas coisas] para dizer:
«acredito mais no meu puto
do que em si»
«Zás!
Apanhei-o.
Admita lá que não sabia que o Batman, lançava coisas esquisitas. Foi um puto de oito anos (no caso) que lhe mostrou (fui eu, mas «prontes»).»
«O essencial aqui é apenas o facto de ter duvidado da minha palavra. O angustiado Batmann, lança cenas esquisitas e o meu amigo, não quer admitir que não sabia.»
Continuo à espera que me expliquem a importância do «bat boomerang» na complexa composição de uma personagem como Batman.
Pois, pois... mais vale um velho com espírito jovem e leve, acrescentados á experiência de vida... do que um jovem com espírito velho e formal!
Cá o Cidadão aszsimilou este conceito com o saudoso e exemplar Professor Agostinho da Silva.
Concordo plenamente, Cidadão.
Onde estão os jovens?
Estamos a falar de pessoas com mais de quarenta anos com idade para terem juízo.
Nham, nham, nham atira cenas, nham, nham, nham não atira nada... há pessoas que, infelizmente, não têm noção do ridículo.
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Cara Rosa,
Nós somos duas pessoas diferentes.
Não vou para a casa de outras pessoas (caixas de comentários) insultá-las pela sua (delas) aparência física ou pela sua(delas) ignorância.
Mais de 40 anos, eu.
Está a irritar-me, profundamente, com essa obsessão do «toma, toma, toma não sabias que o Batman lançava "bat boomerangs"».
Sabia-o, obviamente.
Fui eu que falei nisso lembra-se?
Reconheça que conseguiu transformar um «post» sério num saco do lixo repleto de vacuidades.
Se o tema do «post» não lhe interessava para quê comentá-lo?
Acha mesmo que isto era um «post» sobre mordomos, carros e motas e lançamento de cenas esquisitas?
Bolas.
Será que custa muito chegar aqui e dizer:
- Pedro, desculpa, pensava que era o Batman que lançava teias e depois comecei a disparatar. Olha pelo menos aprendi o que é um aborígene, pensava que era sinónimo de australiano. Não te irrites, eu às vezes sou palerminha mas não faço por mal e sinceramente não sei quem foi o desenhador que criou o «bat boomerang» nem em que «comics».
Não custa nada.
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Cara Rosa,
Estive a reler o «post» e os comentários todos integralmente.
A senhora pergunta:
«Quer dizer, que o meu amigo, também salta de sítios bué de altos, tem um mordomo especial, um g'anda carrão, uma g'anda mota e lança umas cenas esquisitas?»
Eu respondo:
«Batman não lança nada esquisito (quem lança teias é o Spiderman) bem talvez lance... quando come feijoada.»
Não respondo directamente à questão, o comentário na minha opinião é descontextualizado.
Faço referência ao «lançar teias», o Spiderman é, também, conhecido como lançador de teias.
Deixo em aberto a possibilidade do Batman lançar coisas: «bem talvez lance».
Já percebi que não procura aproveitar as oportunidades que lhe dei para reconhecer que esteve mal.
Não é grave.
Às vezes eu, também, faço afirmações menos felizes.
Assim sendo a caixa de comentários vai ficar encerrada, pois não me apetece continuar com esta estéril discussão.
Se algum dos leitores pretender comentar o «post» e falarmos sobre Batman, o seu desaparecimento e tal, podem fazê-lo através do «e-mail»
pedrolliveira@gmail.com
abrirei, temporariamente, a caixa de comentários e trocaremos opiniões.
Vejo-me obrigado a tomar esta atitude por razões óbvias.
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