1978 - golpe de messiricórdia
Não penso no reconhecimento pessoal. Para mim, é mais importante pensar no “Barça”, ganhar títulos.
Está a dizer que não quer suceder a Cristiano Ronaldo?
Era bom, mas não ando obcecado. Só quero estar bem, fazer o meu trabalho da melhor maneira. Sou um privilegiado, vivo da minha paixão e há tanta gente que trabalha, faz o que não gosta e é mal paga por isso... Todos os dias me sinto agradecido pela sorte que tenho e pela oportunidade de jogar com os colegas que tenho no Barça e na Selecção [da Argentina].
Cada um de nós é, à sua (à nossa) maneira, livre.
Somos livres.
Livres para formarmos a nossa opinião.
A minha opinião, é que a opinião de Messi é mais razoável que a opinião do miúdo madeirense.
Messi e o miúdo praticam um desporto colectivo.
Messi sente-se feliz por poder partilhar o prazer que sente em jogar com os colegas do Barça e da selecção.
O outro sente-se realizado por ser «o melhor do mundo», ai tão melhor do mundo que ele é.
Para o ano na África do Sul, Messi encantar-nos-á, o outro, estará em casa com os brincos de diamante nas orelhas, a escolher namoradas por catálogo e a ver o Mundial na televisão.
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4 Comments:
Temo que tenhas TODA a RAZÃO!
Um abraço:
RV
E não só, brincos nas orelhas, putanhice por todos lados, grandes casas, carros, contas bancárias chorudas e o povo que se f*da.
Se lhe derem uma enxada para as mãos
nem sabe pegar nela, este mundo anda todo louco.
E tanta gente a passar fome e miséria por todo o mundo.
O messi por acaso,só por acaso sabe pegar numa enxada?
Rui, temo que sim.
Um abraço, também.
Anónimo, julgo que não serão os futebolistas a resolverem o problema da fome e da miséria no mundo, no entanto, penso que percebi o sentido do comentário.
Camarada, não se se Messi por acaso, só por acaso sabe pegar numa enxada, mas parece saber o que é importante e não morde na mão que lhe deu/lhe dá de comer.
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