303 - eu... (segunda parte)

assumindo... corpo e rosto...
orelhas grandes, pernitas anoréticas, sorriso palerma... gravata!
eis-me... com dezoito/dezanove anos... soldado da república... combatendo por PORTUGAL...
Este «post» foi alterado, parece-me que esta fotografia é mais adequada, mais Village People...
16 Comments:
O que é que queres ó portista da MERDA?!
Vê lá...
tás aí em poses gay! Paneleiro!!!
Tripeiro da merda!!!
hui, que coisa tão feias para se dizerem assim de modo tão ligeiro!!!!!
Não era suposto pois não?
A liberdade individual não é dizer o que nos vem á cabeça!
Pedro: tás bonito, qual cidadão orgulhoso da sua pátria! mMito bem!
Há sempre quem aproveite o anonimato para, cobardemente, vir insultar as pessoas, libertando frustrações de alma mesquinha.
Não ligues, Pedro e passa um bom 25 de Abril.
ó Pedro que saudades que deves ter daquela época!!!! Em que eramos, imagino que tu tb, mais ou menos "tinneigers" inconcientes...
quem me dera cá os meus 18/19 anitos.... Uma idade em que só tinha desafios, imensos projectos, puras ideologias, com a natural convicção de que tudo podia e tudo conseguia, cheia de romantismo e paixões arrebatadoras, vivia com uma tal intensidade cada conquista, cada sentimento ou emoção , etc etc,
Que nostalgia!!!
Olha, um bom 25 de abril de 2006.
ps: se saires à rua convém que não esqueças de vestir o fato.....p'ra combinar com a gravata.
ehehehe
(apesar de não ter dúvidas que haveria quem apreciasse que tu te esquecesses)
Pedro, uma sugestão: o melhor remédio para a insolência é, em minha opinião, a indiferença.
boa tarde.
«coisas tão feias para se dizerem assim de modo tão ligeiro!»
liberdade, liberdade... maçã.
«vir insultar as pessoas»
liberdade, liberdade... "rain".
«o melhor remédio para a insolência é, em minha opinião, a indiferença»
liberdade, liberdade... asna.
Quanto às saudades dos dezoito anos, sim e não (olha se calhar vou fazer um "post" sobre isso, boa?)
Desta vez, permite-me discordar contigo, Pedro. Liberdade de expressão... eu defendo-a, até de uma forma acérrima, mas...podemos( e devemos!) ser livres sem ferir os outros, sem atentar contra a individualidade alheia.
O que o(a) anónimo(a)fez foi usar a sua liberdade de expressão para fazer um não-comentário, ou seja, insultar gratuitamente, sem usar quaisquer argumentos.
Correcção: "permite-me discordar contigo"- não me soa bem.
permite-me discordar de ti...assim está melhor!
«rain»
o anónimo (ou anónima) acusa-me de algo que não sou... portista, desde logo, não, poder-me-ei considerar portuense, pois, gosto muito da cidade e, fundamentalmente, das pessoas do Porto...
"gay" se for no sentido de alegre, sim fui Alegre e considero-me um gajo com alguma boa disposição.
Paneleiro, bem a relação que tenho com as panelas é uma relação de utilizador/lavador, utilizo-as e lavo-as
... quanto à sexualidade não tenho nada contra, acho que os gays tem mais atenção que aquela que merecem. São gays, ok e daí? Parece-me que criar programas televisivos específicos ou promover a imagem andrógina de Castel-Branco, não acrescenta nada.
A homossexalidade é-me, completamente, indiferente... a "bichanice" e as atitudes "abichanadas" não, precisamente, porque são invasivas.
há anónimos que parecem batatas...
Ah, eu também não tenho nada contra a homossexualidade e não comentei por causa disso. O ataque gratuito, o vocabulário escolhido, os palavrões - foi contra isso que me manifestei.
Mas deixa lá; não falemos mais disto, porque esta pessoa já está a ter mais atenção do que merece. Fica bem... ;)
"liberdade, liberdade ...asna."
Pedro,
Foi precisamente isso que eu quis dizer. Concretizando: à liberdade dos outros respondo como eu quiser, portanto, livremente.
Por conseguinte, à liberdade do anónimo (com a qual discordo pelas razóes já invocadas pela maçâ e rain: ligeireza, gratuitidade, etc)respondo (ou responderia) com a indiferença.
Tb reparei de imediato no "portista" "tripeiro" e lembro-me de ter logo pensado: este gajo não sabe quem é o pedro... ahahaha
Pedro, venha de lá esse post dos anos em que o sonho comandava tudo.
Hoje sou bem mais realista. Pudera, a vida encarregou-se de me fazer assentar os pés no chão.
Ó antónio almeida o que tens contra as batatas?
Há comentadores anónimos que parecem é JPPês, isso sim!
Quanto ao post, caro pedro, o teu sorriso denuncia a tua felicidade... Estavas bem melhor na foto anterior, "despido de militar".
as batatas são boas... quando estão debaixo de terra!
Estás muito bem,sim senhor.
recordando....
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