485 - kipur

Os mais religiosos passam o dia de jejum inteiro na sinagoga em orações e penitências.
Os menos religiosos, na sua maioria, fazem duas visitas furtivas à sinagoga, hoje à noite, e amanhã, à hora da última oração, quando o sol se estiver a pôr sobre o Mediterrâneo.»
«Tenso também porque ainda não esqueceu o trauma do dia de Kipur de 1973, em que os israelitas foram surpreendidos pelo ataque simultâneo de todos os países fronteiriços. E os soldados foram chamados directamente das sinagogas para a frente de batalha. Morreram nessa guerra milhares de soldados, cujas famílias estão a visitar esta manhã as suas campas.»
As palavras em itálico verde são daqui ... palavras sábias, palavras com história, a História das palavras.
A sinagoga é esta, mas, poderia ser esta, a segunda é a minha preferida.
A sinagoga mais antiga, pedras para me atirarem: monárquico, compreende o «kipur» e continua a acreditar que os Estados Unidos da América são mais democráticos que a Arábia Saudita, o Irão ou Cuba e menos corruptos que o Brasil ou a Venezuela ... curiosamente isso não faz de mim capitalista, o meu «consumismo» é pago a pronto.
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