Quando era pequenina (depois fiquei pequena) dizia: a minha bisavó mora em Vale DE Mestre.
Se o vale é do mestre, quem terá sido o mestre que lhe deu o nome? Se o vale é de mestre, que mestria será essa, que o vale tem?
A Bela e o Mestre, parece-me, já acabou (não tenho a certeza se continua). O tio da bela vencedora, faz umas sandocas de polvo e outros tais que vale a pena provar, ainda que, exagere na cebola. Digo eu que já as provei e não gosto de cebola.
É isso e eu não saber por que razão se diz "no Porto" e não "em Porto" e "em Faro" e não "no Faro", ou "em Santa Margarida" e não "na Santa Margarida".... já coloquei a questão a vários pensantes e nenhum me soube responder... a língua é cultura, serve para rematar a coisa.
Em finalzinho de leituras de blogues, lembrei-me duma espécie de anedota que vem a propósito do teu comentário abaixo (quando referes que o texto está em itálico).
Teste de filosofia 10ºano . Pergunta 3: comente a afirmação em itálico.
O aluno chama o professor:
-Professor, a resposta é para fazer em itálico?
O teste não era meu (não peço perguntas desta natureza, porque depois não sei esclarecer estas dúvidas aos alunos), mas tive o prazer de trabalhar com este aluno no 11º ano (ano lectivo 05/06). nunca me explicou o que entendia por itálico. Palavras.
3 Comments:
Quando era pequenina (depois fiquei pequena) dizia: a minha bisavó mora em Vale DE Mestre.
Se o vale é do mestre, quem terá sido o mestre que lhe deu o nome?
Se o vale é de mestre, que mestria será essa, que o vale tem?
A Bela e o Mestre, parece-me, já acabou (não tenho a certeza se continua). O tio da bela vencedora, faz umas sandocas de polvo e outros tais que vale a pena provar, ainda que, exagere na cebola. Digo eu que já as provei e não gosto de cebola.
É isso e eu não saber por que razão se diz "no Porto" e não "em Porto" e "em Faro" e não "no Faro", ou "em Santa Margarida" e não "na Santa Margarida".... já coloquei a questão a vários pensantes e nenhum me soube responder... a língua é cultura, serve para rematar a coisa.
Em finalzinho de leituras de blogues, lembrei-me duma espécie de anedota que vem a propósito do teu comentário abaixo (quando referes que o texto está em itálico).
Teste de filosofia 10ºano .
Pergunta 3: comente a afirmação em itálico.
O aluno chama o professor:
-Professor, a resposta é para fazer em itálico?
O teste não era meu (não peço perguntas desta natureza, porque depois não sei esclarecer estas dúvidas aos alunos), mas tive o prazer de trabalhar com este aluno no 11º ano (ano lectivo 05/06). nunca me explicou o que entendia por itálico. Palavras.
Gentes do campo em descanso
Couves ao lume para a ceia...
Como è belo,como è manso
O fim do dia na aldeia.
Boa tarde! olà amigo!
Como vai a ceifa este ano?
Vais contente .Hà muito trigo...
E o trigo não tem engano.
Vens de sacha,jà sei...
Trazes a fronte suada...
Como tu também andei
Ao meu ombro com enxada...
Os milheirais são promessa,
São verdes cor de esperança
Fica a saber:não te esqueça
Quem espera sempre alcança!
(Coelho de Sousa:a ceia na aldeia.)
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