Gosto de falar sério a brincar e, até, brincar com coisas sérias. Não vejo nada de pejorativo no conceito brincar. Aliás, se há palavras que me gostam, brincar, é uma delas. Tal como o poeta, gostaria de ser capaz de retornar ao «encriançamento» de muitas palavras gastas pelas etiquetas e estereótipos que (todos nós) lhes vamos atribuíndo. Florence, emana uma beleza natural, daquele rosto e olhar de « que farei em seguida?», sofredor. Quando se tem um filho para alimentar, vestir, calçar, cuidar, amar, ele é a prioridade.
Etiquetar e/ou rotular, no sentido de estigmatizar é mau, mas vivemos numa cultura que possibilita, desenvolve e potencia a fragmentação...
Fiquei tão bem disposta com o seu Fon Fon Fon da Deolinda, que perdi a vontade de etiquetar o «post linkado» Amanhã, dou-lhe forte e feio
2 Comments:
Gosto de falar sério a brincar e, até, brincar com coisas sérias. Não vejo nada de pejorativo no conceito brincar. Aliás, se há palavras que me gostam, brincar, é uma delas. Tal como o poeta, gostaria de ser capaz de retornar ao «encriançamento» de muitas palavras gastas pelas etiquetas e estereótipos que (todos nós) lhes vamos atribuíndo.
Florence, emana uma beleza natural, daquele rosto e olhar de « que farei em seguida?», sofredor. Quando se tem um filho para alimentar, vestir, calçar, cuidar, amar, ele é a prioridade.
Etiquetar e/ou rotular, no sentido de estigmatizar é mau, mas vivemos numa cultura que possibilita, desenvolve e potencia a fragmentação...
Fiquei tão bem disposta com o seu Fon Fon Fon da Deolinda, que perdi a vontade de etiquetar o «post linkado»
Amanhã, dou-lhe forte e feio
Fon, fon fon?
O que terá o fon, fon, fon a ver com o sofrimento?
Enviar um comentário
<< Home