sexta-feira, outubro 31, 2008
Acerca de mim
- Nome: pedro oliveira
- Localização: santa margarida coutada, constância, Portugal
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13 Comments:
Também alinho! Dois copos se faz favor...
E podemos continuar a aprofundar a questão, não acha?!
É que há para aí certa gente que não olha aos outros. Querem amar mas nem são capazes de dizer com enlevo e carinho e a necessária paixão, a palavra AMOR.
Repitam lá: AMOR.
Vêem, não foram capazes de dizer.
Não sabem dizer amor. E se não sabem dizer amor, vão reciclar-se e aprender de novo...
Jacobinismo é o sentimento exarcebado ( e eu só conheço o significado francês, não o abrasileirado...), de que só os nossos é que sabem mandar e só os nossos é que deviam ter o poder...
Para quê o poder?! E essa liberdade que é a de serem eles a imporem aos outros o que fazer ou a proibirem aos outros de pensar de maneira diferente.
Porreiro,pá!
Para mim pode ser cheio.
Paixão cega e amor míope, pois bem, entre os dois prefiro a paixão que ao menos por ser cega é mais cautelosa e mais prudente e mais generosa na entrega...
Nada pior do que um amor míope, que nunca sabe avaliar o que tem nem o que dá nem a quem o dá ou o exige...
É míope, é míope...
Caro João Pico
desta vez, estou totalmente em desacordo consigo. As paixões, são intensas, fugazes, arrebatadoramente cegas e... passageiras. São estados alterados de consciência, sem nada de prudência, menos ainda de cautela.
A miopia não é incapacidade para a observação. Por exemplo, eu sou miope, por isso, uso lentes graduadas.
O nosso Primeiro, quis fazer da Educação, por exemplo, uma paixão e acabou a apalhaçar a distribuição mundial d'um magalhães.......é o que dá a cegueira da paixão: incapacidade para a consciencialização do rídiculo.
O amor, é sereno, prudente e... apaixonado. piorzinho é que o põem ao serviço de causas, muitas vezes,(aparentemente) pouco evidentes, mas isso é outra conversa.
A Rosa Oliveira cometeu duas contradições e uma incorreção.
Não por estar em total desacordo comigo, note bem, mas por ter dito o seguinte:
"o amor é prudente, sereno ...e apaixonado" (logo aqui a paixão já não passa a ser o que dissera antes, as paixões são cegas, intensas e fugazes e incapacitam a consciencialização do rídiculo!!!).
Decididamente, não estamos a falar das paixões amorosas renovadas...
2ª contradição : A míopia do amor não se pode comparar à míopia da Rosa Oliveira, pela simples razão que o amor nunca pode recorrer ao uso de óculos...
Incorrecção (diria parea ser mais rigoroso tratar-se de dupla incorrecção), a saber:
-Não foi o 1º ministro Sócrates o homem da paixão pela Educação mas sim o António Guterres; também não creio que Sócrates possa ser o exemplo de homem de paixões; quando muito obcecado e teimoso...
Não, não é possível falar de incorrecções em qualquer dos comentários anteriores (sejam seus ou meus).porquê? porque se fez um uso metafórico da palavra paixão e da palavra amor. Quanto muito, poder-se-ia apontar incorrecção na extrapolação de guterres para sócrates, não sendo, ainda assim, significativa (a incorrecção) pelo sentido último que encerra o que quis dizer, referindo-me à orientação que o governo sócrates tem dado (está dando) às finalidades educativas.
Evidentemente que a analogia primeira da paixão como cegueira e do amor como miopia, não é minha (como referi), mas concordo plenamente com ela.
Num discurso metafórico, dificilmente se podem apontar incorrecções. A metáfora, traduz um uso privado(articular/prório) da linguagem com uma intenção comunicativa, obviamente, mas pela sua natureza, acarreta novas significações. poderia questionar e seria pertinente, o uso de metáforas no discurso político, por exemplo, ou mesmo a interligação duma narrativa de teor poético-literário para comunicar uma mensagem política, como seja, por exemplo, algumas passagens do discurso de apresentação do candidato que, afinal, motivou estes nossos comentários. Ainda que, o amor e o amar, seja, na minha perspectiva o tema/assunto que, afinal, mais palavras tem motivado, seja na vida quotidiana, na poesia, na literatura, na filosofia e/ou na ciência.
Isto, para dizer que a minha discordância prendia-se, simlesmente, com o facto de definir a paixão como cautelosa e prudente. Ora, tal contradiz o dito popular e a prória investigação científica; quer estejamos a falar da paixão amorosa ou outra, exactamente, porque a ênfase se coloca na paixão e, não no objecto da paixão...
Nesse sentido, o apaixonado não tem generosidade na entrega. O que quero dizer é o seguinte: no seu caso, por exemlo, melhor amar abrantes que estar apaixonado por ela. Obviamente que há amor apaixonado, cousa distinta da paixão próriamente dita. Quem ama, encontra-se, também, em estado de paixão... por último, não será por acaso, por exemlo, que as paixões arrebatadoras não geram frutos. Nascem, vivem-se e morrem.
De resto, tal como eu, fez um uso privado dos conceitos dando lugar à concordância ou não.
por último, a deslocação do significado de um conceito do seu campo prório para outro campo, acarreta (pode acarretar) ambiguidade, pelo que, no campo político, prefiro sempre a clareza e a evidência da conotação das palavras. Não para me agradar, mas antes, para fazer chegar a mensagem a TODOS. Contudo, assisto à discussão(?) numa redoma com níveis de simbolização que não mudam a vida das pessoas......... etc já me alonguei.
«Querem amar mas nem são capazes de dizer com enlevo e carinho e a necessária paixão, a palavra AMOR.»
João B. Pico
«Obviamente que há amor apaixonado, cousa distinta da paixão próriamente dita. Quem ama, encontra-se, também, em estado de paixão...»
Rosa Oliveira
«Amor é isso,
Paixão é aquilo
E coisa e tal...
E tal e coisa...
ú ú ú
Ai o amor
aiiiii»
Pedro Oliveira
(adaptado a partir de Rita Lee, Roberto de Carvalho e Arnaldo Jabor)
Percebi tudo!
Devo ter qualquer coisa de inteligente, mas também se não tivesse não me sentia complexado, porque há para aí cada inteligência,meu Deus...
A paixão é cega. Ambos de acordo com o Machado Vaz!
Agora entre cega e míope, na "impossibilidade do amor usar óculos" - que eu separava dos óculos da Rosa Oliveira e da natureza dos respectivos aros, não sei se entretanto já aderiu aos aros da Sara Palin ou não - a condição de cega em relação ao míope acarreta consigo a passada cautelosa de quem sabe cuidar de pisar o terreno muito bem, ainda que o pise com ambos os pés como o míope.
E era aí que residia a minha observação, da prudência de quem é cego, contra o sentimento de à vontade imprudente de quem sendo míope, mais vulnerável a tropeçar por confiar demasiado no fraco golpe de vista...
Este comentário foi removido pelo autor.
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Depois do dia 4 já iremos saber se a Palin não tem mais virtudes para além dos aros e do cabelo apanhado atrás, que lhe favorece imenso o rosto lindo e alegre...
Curioso, que nunca mais ninguém falou nas "gaffes" do Joe Biden. Será que Obama mandou calar o Joe, sem que os américas se apercebessem disso?!
Se me tratar só por João talvez lhe simplifique a grafia dada a avaria do "p"...
Só quis ajudar...
e não é que uso, actalmente, o cabelito como o da senhora...
eh eh eh eh eh
a esta hora já não debito nada muito sério.
terei alguma dificuldade em tratá-lo por João. quando eu nasci o senhor teria já uma década de existência.
é muito fácil humorizar palin... é mulher, instrumentalizou a família, diz disparates........
boa noite
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