1964 - colaboracionistas, resquícios da segunda guerra mundial
Dois franceses (Bertrand Layec e Ribéry) um polaco (Klose) e um da pátria de Mussolini (Luca Toni) bombardearam o sonho de glória dum clube alicerçado no esforço, na devoção e na dedicação.
O Eixo alemão contra os Aliados de Portugal.
Um nome a destacar... Layec, Bertrand Layec, o expoente máximo do colaboracionismo.
Dum lado, uma equipa portuguesa (todos os jogadores se exprimem, correctamente, em português) do outro uma amálgama de genes... de teutónicos a otomanos e os colaboracionistas, principalmente, os colaboracionistas.
Que fazer?
Nada a fazer...
Resta-nos a consolação que sem o colaboracionismo francês, italiano e polaco, o jogo quedaria empatado.
Não existiram golos portugueses.
Não aconteceram golos alemães.
2 Comments:
Cinco capacetes, tantos como os golos verdadeiros e falsos que foram contabilizados pelo colaboracionista.
Grande cabazada camarada.
É vida!
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