2021 - 8759 horas a pagar e uma a apagar

Pensarão que somos todos estúpidos?
Quantas pessoas terão morrido hoje por lhes terem desligado durante uma hora a energia que as mantinha vivas?
Nenhuma, dir-me-ão... só se desligou energia que não é necessária.
Então se essa energia que hoje (ontem) se desligou durante uma hora, pois não é necessária, fosse desligada durante todo o ano utilizariam muito melhor os nossos recursos, verdade?
Logo a decisão não é individual, é política, certo?
Façam a vossa parte, cumpram com honra e dignidade a missão que vos foi confiada, façam o vosso trabalho, nós fazemos o nosso.
5 Comments:
Boa tarde, Pedro.
Não quererias escrever: tirarmos?
A acção (desligar as luzes...), na minha perspectiva, não constrói uma consciência ecológica. A ecologia, como o próprio nome indica é um TODO, uma percepção/acção global que se não inscreve com acções isoladas. Apagar as luzes num dado momento está para a consciência ecológica, como os parqueamentos ambientais que as pessoas visitam num certo momento, estão para o envolvimento colectivo no que seria uma verdadeira consciência colectiva.
Pode, efectivamente, ser um alerta que leve ao pensar e à acção e lembrei-me duma questão que colocaste aqui no blogue, acerca da reforma das mentalidades e das instituições. Como afirma Edgar Morin, há uma implicação, porque para reformar as instituições é necessário, reformar as mentalidades e, para reformar as metalidades, é necessário reformar as instituições. Para sair desta espécie de Loading, só vejo uma escolha, que é, obviamente, subjectiva. Todo o começo é subjectivo: mudar a mentalidade.
Por outro lado, directizes desta narureza (apagar as luzes, num dado momento), não instalam reformas no pensamento (nas mentalidades): a mudança, nunca se faz por decreto. A mudança é «Krisis»: decisão. Pessoal e intransmissível.
Tinhas razão, portanto, quando, já nessa altura, colocaste a questão da mudança das mentalidades, para reformar as instituições.
Está claro
que eu queria escrever: Natureza.
Na minha modesta opinião apenas digo:
Não atirem mais barro para a parede.
«Não quererias escrever: tirarmos?»
Cara comentadora,
Essa parte estava a mais, já prescindi dela, agradecido.
Agradecida, ficaria, também, se quisesses prescindir desse trato pseudo-britânico.
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