2194 - abrantes, constância, a dor não tem terra, enterra-se

A minha solidariedade para o adulto com dezasseis anos que morreu como um homem, um grande abraço para o pai.
Nestas alturas as palavras são dispensáveis, a dor de perder um filho, é uma dor (e um sentimento de culpa) que nos acompanha para sempre.
Adeus, filho...
Nota final: O primeiro parágrafo refere-se aquilo que eu preferia. Se pudesse escolher.
Não alinho nas críticas fáceis que fazem ao pobre pai (a dor que sente deverá ser suficiente).
O post não é uma crítica a quem trabalha no duro e poupa o suficiente para passar uns dias de férias numa praia algarvia sob umas arribas em perigo de derrocada, devidamente, assinaladas.
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