253/2010 - cor de carne, cor de sonho aconselhado
A questão que coloco hoje é se as opções sexuais (paneleirices como diria o Quim Barreiros) poderão condicionar a actuação do representante do povo, poderão ao opções/orientações pessoais do presidente de conselho de ministros condicionar a sua actuação em termos de política externa?
Acho que não.
Outros acham que sim...
6 Comments:
O que a gente faz
É por debaixo dos pano
Pra ninguém saber
É por debaixo dos pano
Se eu ganho mais
É por debaixo dos pano
Ou se vou perder
É por debaixo dos pano
É debaixo dos pano
Que a gente não tem medo
Pode guardar segredo
De tudo que se vê
É debaixo dos pano
Que a gente fala do fulano
E diz o que convém
É debaixo dos pano
Que eu me afogo
Que eu me dano
Sem perder o bem
É debaixo dos pano
Que a gente esconde tudo
E não se fica mudo
E tudo quer fazer
É debaixo dos pano
Que a gente comete um engano
Se ninguém saber
É debaixo dos pano
Que a gente entra pelo cano
Sem ninguém ver
http://www.youtube.com/watch?v=u3KUdgkrZ9g
Oh amigo Pedro Oliveira, e estou a falar de amigo a sério, os comentários e posts por aqui andam um pouco abichanados para o meu gosto que sou um gajo um bocado retrogado.
Se quer ver um video a sério "debaixo do pano", veja este:
http://www.youtube.com/watch?v=ui7TaiZtL_w
No melhor pano cai a nódoa.
E debaixo de qualquer pano pode haver “bicho”, por mais retrógrado que seja.
E numa molhada de “moços” em êxtase, então…
Representante do povo?
Sócrates é simplesmente o líder do partido com mais deputados na Assembleia da República e que foi convidado pelo Presidente a formar governo.
Portanto, a responsabilidade, além dos eleitores, é, também, do partido que o mantém como líder e do Presidente que cumpriu a Constituição.
Diremos que Sócrates é tão representante do povo como qualquer administrador de uma empresa pública nomeado pelo governo.
Os “verdadeiros” representantes do povo são aqueles que constam de listas votadas pelo povo: os deputados, os autarcas e o Presidente da República.
No caso de uma monarquia parlamentar moderna (tipo Espanha por exemplo), um Rei faria o mesmo que Cavaco, cumpria a Constituição, mas esse Rei, tal como Sócrates, não representava o povo.
Nas monarquias constitucionais os Reis reinam em nome do povo.
Nem é necessário ir à monarquia espanhola actual, era assim em Portugal desde as constituições liberais (1822)mas se quisermos recuar mais, os Reis portugueses foram sempre (quase sempre) legitimados pelo povo, pelas cortes.
Quanto ao que refere sobre os deputados, tem razão.
Na minha opinião, o Governo deveria emanar da Assembleia da República, isto é, só deputados eleitos poderiam ser governantes.
Ó Pedro, mas quere-nos mandar areia para os olhos? Seja a Constituição actual {Républica) ou a mesmo a anterior (Monarquia), julga que nós peões deste tabuleiro de xadrez politico, não sabemos que a porcaria é toda a mesma? Que é o Zé Povinho que tem que pagar o bem-estar desses aristocratas de m..... Sejam de uma facção ou de outra, o que muda é o discurso, pois as acções são idênticas, o gastos com o luxo são similares, enfim, é só uma questão de cor da bandeira, mudam a cores (e as moscas) mas a essência mantêm inalterada.
AN@RQUISTA
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