432 - beijo (na canela)

Sabemos (eu e o Sá, Sá de Miranda) que:
Não me temo de Castela
donde inda guerra não soa;
mas temo-me de Lisboa,
que, ao cheiro desta canela,
o Reino nos despovoa.
Sei que a canela sente-se, cheira-se, toca-nos nos lábios, na língua...
Enfim, não direi que Colombo descobriu a canela, direi que eu descobri a canela no Colombo.
Canela mastigável (reparem na morada) obviamente as coisas boas da vida estão guardadas no forte ou então não, são livres e felizes caminhando, estacionando em estradas com pó, olhando os fortes e rindo; olhando o passado... sorrindo.
2 Comments:
Apenas para saudar o regresso e a sugestão.
Um abraço!
Rui
não gosto do sabor a canela mastigável. pica na língua.
gosto de arroz-doce com canela e de pau de canela no café (só um bocadinho).
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