Surdo murmúrio do rio a deslizar,pausado, na planura. Mensageiro moroso dum recado comprido, di-lo sem pressa ao alarmado ouvido dos salgueiros a neve derreteu nos píncaros da serra; o gado berra dentro dos currais, a lembrar zagais o fim do cativeiro; anda no ar um perfumado cheiro a terra revolvida; o vento emudeceu; o sol desceu; a primavera vai chegar,florida.
(Miguel Torga)
Para quem se encontra longe dos sitios onde nasceu e brincou, sente a falta desses cheiros e sabores. Divirta-se camarada Pedro;
«Surdo murmúrio do rio a deslizar,pausado, na planura. Mensageiro moroso dum recado comprido, di-lo sem pressa ao alarmado ouvido dos salgueiros»
É preciso cumprir os recados, é preciso imitar o Salgueiro (Maia) na responsabilidade, na liderança na capacidade de servir e não se servir. É preciso. É urgente seguir outro carreiro.
Sim, Pedro: outros carreiros, outros cantos. É preciso! Esta feira foi de "interrupção não voluntária" há 4 anos, nos 4 Cantos do Cisne. E na altura quem "se serve" respondia que não havia condições nos "Verdes Cantos" para fazer e dar continuidade a uma feira; Por isso não se apoiou lá a sua génese. Afinal, o Parque Ambiental bebeu muita coisa lá na Pereira, serviu-se. Vai-se ver a Feira da Primavera e... ali esteve ela GIGANTE - com 5 (!) mesas de venda nestes dias... Lá em baixo - estava para se chamar Silvestre, estava para ser um fortalecimneto do Concurso de Gastronomia, estava... para resultar! Mas os bons Gigantes de Constância resolveram transportar a sabedoria, o conhecimento, as folhas e os frutos da Mãe Natureza para um Parque Artificial regado de intervenções e participações de alguns Bons Humanos.
(Ainda resisti, mas não consegui, foi esta tua deixa que transbordou no meu monitor e pelo teclado...)
4 Comments:
Surdo murmúrio do rio
a deslizar,pausado, na planura.
Mensageiro moroso
dum recado comprido,
di-lo sem pressa ao alarmado ouvido
dos salgueiros
a neve derreteu
nos píncaros da serra;
o gado berra
dentro dos currais,
a lembrar zagais
o fim do cativeiro;
anda no ar um perfumado cheiro
a terra revolvida;
o vento emudeceu;
o sol desceu;
a primavera vai chegar,florida.
(Miguel Torga)
Para quem se encontra longe dos sitios onde nasceu e brincou, sente a falta desses cheiros e sabores.
Divirta-se camarada Pedro;
«Surdo murmúrio do rio
a deslizar,pausado, na planura.
Mensageiro moroso
dum recado comprido,
di-lo sem pressa ao alarmado ouvido
dos salgueiros»
É preciso cumprir os recados, é preciso imitar o Salgueiro (Maia) na responsabilidade, na liderança na capacidade de servir e não se servir.
É preciso.
É urgente seguir outro carreiro.
Completamente de acordo.Caminhar por carreiros jà calcados ,só nos levam atè onde outros jà foram.
Sim, Pedro: outros carreiros, outros cantos. É preciso!
Esta feira foi de "interrupção não voluntária" há 4 anos, nos 4 Cantos do Cisne. E na altura quem "se serve" respondia que não havia condições nos "Verdes Cantos" para fazer e dar continuidade a uma feira; Por isso não se apoiou lá a sua génese. Afinal, o Parque Ambiental bebeu muita coisa lá na Pereira, serviu-se.
Vai-se ver a Feira da Primavera e... ali esteve ela GIGANTE - com 5 (!) mesas de venda nestes dias...
Lá em baixo - estava para se chamar Silvestre, estava para ser um fortalecimneto do Concurso de Gastronomia, estava... para resultar!
Mas os bons Gigantes de Constância resolveram transportar a sabedoria, o conhecimento, as folhas e os frutos da Mãe Natureza para um Parque Artificial regado de intervenções e participações de alguns Bons Humanos.
(Ainda resisti, mas não consegui, foi esta tua deixa que transbordou no meu monitor e pelo teclado...)
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