quarta-feira, abril 09, 2008
Acerca de mim
- Nome: pedro oliveira
- Localização: santa margarida coutada, constância, Portugal
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6 Comments:
Bonjour...!
Permita-me uma primeira leitura egocêntrica... quando leio textos destes, escritos por senhoras tão bem, lembro-me logo da minha amiga Ana.
A minha amiga Ana, dizia-me sempre que devia ter lido todos os clássicos; os modernos e os contemporâneos. Devia, imediatamente, deixar-me de «blogs» (dizia!) e pôr-me a ler.
Claro que não lhe dei ouvidos, pelo menos, não fui toda ouvidos...
Deve ser por isto que não compreendo o conceito «politicamente correcto». Assim, de modo simples, parece-me uma reles etiqueta de bem conviver e isso, é mau.
As suas perguntas, dificilmente, poderão ter aqui uma resposta, porque se fundam numa noção de correcção que não está explicita. O que é a correcçao? só posso saber se um «post» é correcto ou incorrecto, baseada num certo conceito de correcção. A legalidade está definida, óbvio. A questão que subjaz ao tal «politicamente correcto» (que não compreendo bem) não será a da legalidade, mas a moralidade e, por consequência a eticidade e isso, é coisa outra. A legalidade, assenta numa lei que me é exterior, percorre um caminho do exterior ao interior e a moralidade, assenta (devia assentar) numa lei interior.
Bem conheço a origem do conceito «moral», os costumes e tal e afins, mas é necessário colocá-los como objecto do pensamento, logo é uma questão ética.
É que se tivesse lido muito, julgava a minha amiga Ana, também seria capaz de escrever estes textos inteligentes, como estas senhoras.
Tenho saudades da minha amiga Ana, fazia-me sempre a correcção aos textos mais formais...
Tocou o sino... almoço de funcionário público.
Olhe que gostei deste «post».
Elucidativo q.b.. Eu sempre pensei que era uma magricela caixa de óculos, afinal, sou uma magricela (Olivia Palito, também serve) «oculista».
Oculista, não é o gajo que vende óculos?
Sei lá.
O politicamente correcto, ou os intelectuais bem pensantes.
Caríssimo, desculpe, invadir a sua caixa de cmentários, mas tem sído dificil digerir este «post», melhor, esta coisa do «politicamente correcto».
Repare, a gente lê isto e fica a saber que a linguagem não é neutra (nem a língua, claro), a linguagem é política; a senhora deve estar a contextualizar este político na sua acepção primordial, efectivamente, o uso da palavra, coloca-se, primeiro, face às necessidades de organização (digamos, assim) da «polis». Há quem lhe chame mera sofistica,, mas também há quem o designe por revolução antropológica, face ao interesse anterior pela «physis».
Ao mesmo tempo, fico a saber a essência do tal «politicamente correcto», a saber : expurgar (afirma!)a linguagem de conotações discriminatórias... Zeus! Isto, é a sua velha questão do conteúdo e da forma, digo eu. E mais, aquela do discriminador pelo uso que faz da linguagem, colocar-se, como desprotegido, aquilo é uma visão socrática (CALMA! do sócrates grego, please!), tipo: o homem age mal, por ignorância.
Olhe, caríssimo, vou-me calar e tentar digerir este seu «post», mas fico a pensar (Cf. com o «post» http://santamargarida.blogspot.com/2008/03/1248-servio-pblico.html :
- E o meu amigo Pedro, prefere ler o jornal em papel, sentir o cheiro, acariciar as páginas, ver as fotografias, os mapas, os suplementos...
Seja selectivo com o que «snifa», oh!
Quanto ao comentário, se quiser, faça-lhe a correcção da sílaba tónica. Quanto à imagem (texto) ilustrativa do «post», garanto-lhe: os chineses é que descobriram a pólvora.
Pronto, fica prometido que não comento mais este «post», era só para manifestar um desejo imenso (forma de expressão) de discutir a conotação e a denotação da palavra com a autora do texto.
É pá gostava, pronto.
Fui!
http://5dias.net/2008/04/13/a-pele-do-tiago/#comments
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