1356 - mancini, o player e mourinho, o voyeur

Mancini participou num Europeu e num Mundial com o símbolo do seu país junto ao peito, correndo dentro do campo, rindo, suando, chorando.
Mourinho passou grande parte da sua carreira (como jogador) a chorar.
Fazia-o era no banco e na bancada.
Recuemos à época de 1981/1982, Mourinho (filho) era um promissor atleta do Rio Ave, treinado por Mourinho (pai).
Foi convocado para o jogo de 16 de Maio de 1982, um espectador «special» da festa do título.
Cinco golos de Jordão e dois de Manuel Fernandes.
Em Itália, Mancini crescia, sorria...
30 Comments:
Não estou a ver um futuro risonho para Mourinho em Itália.São outras mentalidades...
Nem o camarada, nem eu.
Aliás Mancini conquistou tantas «Champions» como Mourinho nas últimas três épocas. Zero.
Este comentário retirado do Pública mostra-nos o que pretende o «special»:
«O Mourinho é esperto, faz um contrato de 3 anos, vai dar uma grande barraca, mandam-no embora e trás mais vinte milhões para acabar o hotel no Algarve. É ou não é esperto?.Força Mourinho, saca lá esse guito ao italiano ele tem a mania que é esperto.»
Será que o José Maria Pinho o ex-presidente do Rio Ave que toda a gente deve conhecer, se orgulha da "prepotência" de ter dado a ordem ao José Mourinho para se desequipar, já agora porque razão objectiva o Zé não podia ser suplente?!
Razões sérias?! Então quais?!
Não estava inscrito como jogador?!
Será que o Inter se tivesse sabido de José Maria Pinho e da sua estúpida prepotência ainda assim teria contratado o Mourinho?!
Será que o poderoso e bem sucedido Inter não teve a sagacidade suficiente para mandar alguém consultar a blogosfera ( coisa imperdoável neste mundo da globalização!)e "ler" os "post" construídos no "santamargarida"?!
Ou teriam logo fugido por ver o "porteiro" Simon?!
Já agora saberá alguém explicar com sábia dedução porque razão Pelé e Eusébio dois dos maiores jogadores do mundo nunca foram treinadores?!
E o Grant jogou no Rio Ave?!
E o José Maria Pinho está no Milão ao menos como "olheiro" das bancadas de suplentes?!
Se Santa Margarida estivesse mais à beira da EN 118 era um caso sério... Dava engarrafamento bravio...
Falta responder: quantos deficientes motores com cadeiras de rodas há em Santa Margarida?!
Não se usa em vão o nome dos deficientes?!
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O porteiro não aparecendo mais ninguém a bater à porta fecha-a, obviamente...
Como escrevia ou mandava escrever aquele meu conterrâneo totalmente analfabeto, na carta ditada para a mulher lá na terra quando ele andava por fora, de que "tal dia às tantas horas vou chwegar e quero que tu sejas a primeira "qu`ábra" à porta...
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Desconhece que as chaves naqueles tempos eram uns chavões medonhos, com o tamanho e um peso que não dava para andarem no bolso de quem trabalhava.
E estando fora não lembrava ao careca trazer um chavão daqueles 6 meses no bolso a milhas da terra, quando lá em casa no dia a dia só havia uma chave para todos e ninguém a trazia no bolso. Ficava na porta do lado de fora - a confiança e a seriedade era uma uma coisa muito bonita.
Ou ficava debaixo do vaso das flores do lado de fora da porta...
Só à noite é que se recolhia para o interior da casa...
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Sinais dos tempos...
Com que então, o simples e natural desejo de informar a mulher de que o seu regresso estaria próximo, parece ter uma conotação pejorativa...
Valha-nos Deus!
Naquele tempo não havia telemóvel nem telefone à mão. Viagens de vários meses necessitavam de a dado momento, terem um ponto de situação.
Saber se o regresso estava próximo ou ainda distante era uma questão natural a decifrar com o anuncio mais simples: tal dia às tantas horas aí estarei.
O quero que sejas tu a primeira "qu`àbra à porta" não é senão a manifestação de um desejo sincero: quero ver-te, tenho saudades tuas, vem ao meu encontro, abre-me a porta.
Não tem nada a ver com a canção do Vitorino à sua Laurinda:
- De quem é este cavalo que está à porta?
- De quem é este chapéu pendurado no bengaleiro, ... de quem é este casaco...
Deixe lá o Vitorino descansado mais a sua Laurinda...
Então não é que agora está a trocar as premissas... E a chegar a conclusões erradas...
Bem prega Frei Tomás...
Mas por favor não escreva agora nem cite o Novo e o Velho Testamento...
Mais o livro de S. Cipriano...
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Nunca imaginei ouvir ou lerum tratado de dispensa dos "correios" e da correspondência escrita entre marido e mulher.
Muito menos de que à mulher basta-lhe a sua condição como tal e esperar (sentada?!)que o marido lhe entre porta a dentro seja de manhã, à noite, hoje, amanhã ou daqui a três semanas... ou seis meses...
Que submissão a da mulher nessa estranha interpretação dada curiosamente por outra mulher.
Como se não houvesse mais vida e mais constreução de argumentos fora das premissas do A para B e do B para C...
Por isso a Manuela Ferreira Leite venceu o que venceu...
Tem tudo a ver...
E nada de cartas de amor, nada de corrspondência entre familiares se não souberem a Lógica da batata...
Nem mais!
Quanto à utilidade da vida e ao expressar de sentimentos, só dentro daqueles cânones das permissas...
Uma boa semana!
Se Deus quiser, porque ao menos ainda quero ter a LIBERDADE de poder dizer SE DEUS QUISER, sem juntar nenhuma premissa ou solicitar autorização à mestre escola...
Assim vai a liberdade...
A blogosfera em vez de Libertar estupidifica?!
Valha-me Deus, com toda a permissão...
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Na Grécia antiga também havia os sofistas...
Ainda retenho essa...
Quanto à agricultura também sei que um kg de batatas "custa" na sua fase de produção 100 litros de ágau. A agricultura absorve-nos 70 % das n/ reservas subterrâneas de água.
Eu aprecio as barragens como produtoras de energia pois isso poupa-nos 70% do petróleo importado...
E reforça a necessidade de dar como inevitável que com o gasóleo a 500$00 (2,5 €) dentro de um ano muito bom ambientalista já aceite a energia nuclear.
Porque há 2000 milhões de chinese desejosos de "queimar" gasóleo nas estradas da Ásia...
estas conversas não admitem teorizações e premissas vagas..
está aí não tarda a transformar as nossas ilusões...
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Ah! Essa pressa em chegar ao capitalismo é mesmo um frenesim de esquerda...
Eu trocava todas as premissas e teorias dos bons métodos de ensino pela informação e interiorização destes dados na escola desde a primária - o básico - como agora é regra.
Não gosto do termo básico, porque me lembra essa categoria da tropa e um dia recusei passar a carta a um
e quase que tinha que responder perante um "conselho de guerra"...
Adiante...
Fiquemos só pela água das batatas...
Foram dados lidos numa revista.
Mas pode ver na água na agricultura pesquizando o google...
70 % das nossas reservas são para agricultura, 17 % para a indústria e 8 % para consumo humano e o restante para usos indiferenciados...
Portanto retire todas essas confusões dos 30 % que nem V~em das barragens nem esytas foram para esses 30% ou 70 %.
Não são dessa nascente: ponto final!
1 kg de carne de vaca precisou até chegar à frigideira e aos seus bifinhos de 1.300 litros de água.
As vacas bebem muita água!
Os 30 % não vem das barragensnem vão para as batatas, entendido?!
Quanto aos 2000 chineses eu não os quero ensinar a conduzir um carro a gasóleo. Eles é que já viram os outros povos a entupirem as estradas com "pópós"...
Estamos na era da informação e da globalização, não os podemos fechar em Santa Margarida no quartel da tropa, entendeu?!
Um dia aí os vai ver a entupirem os acessos de Pequim, no Natal chinês. Viu-se este inverno os milhares ou milhões - eles eram tantos - a encherem os terminais ferro e rodoviários de Pequim e não só...
O nuclear é só uma questão de tempo...
E não basta travar o dito capitalismo, a questão já o transcende.
Mas não se canse e mastigue bem os bifinhos...
A relação dos 70 % das reservas hídricas subterrâneas gastas na agricultura contrapôem-se aos 17 % na indústria e aos 8 % nos gastos domésticos e 5 % em diversos gastos e aqui tem os 30 % , que não são de barragens.
As barragens como reservas estratégicas de água podem fazer três coisas:
a) produzir energia eléctrica para o seu computador;
b) reforçar as bacias subterrâneas de água;
c) eliminar o stress hídrico e dar conforto e segurança aos agricultores para não temerem a falta de água para as suas produções e no fim de contas tranquilizar-nos a todos.
Se um quilo de batatas gasta 100 litros de água e um kg de arroz consome 1.400 litros e o kg de carne de vaca leva-nos 1.300 litros até chegar à sua frigideira, já vê que é bom que haja por aí barragens.
Mas também é bom saber que as barragens podem suprir 70 % das nossas necessidades de electricidade e com os 20 % de outras energias como as eólicas, já não precisamos dos 70 % da importação total de petróleo que ia para as centrais eléctricas...
Logo só tínhamos que importar os tais 30 % que se gastam com os veículos particulares e transportes públicos...
E ainda espreita a energia nuclear para as necessidades de mais energia que vamos necessitar no desenvolvimento e progresso: mais computadores também!
E o petróleo é escasso para os gastos que se adivinham nos países emergentes nos BRIC - ( Brasil,Rússia,Índia e China)...
Até aqui até nem foram precisas as premissas...
O resto fica para amnhã está bem?!
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