1677- suarez é fi-che

Ouçam.
O vento mudou.
Ele voltou:
Foi essa honradez republicana que permitiu que a nossa I República, apesar de só ter durado dezasseis anos, deixasse um legado de moralidade que resistiu, como um exemplo a seguir, a quase meio século de ditadura. Foram os lobbies dos interesses, a imoralidade dos dirigentes dos bancos e das empresas, as grandes negociatas, envolvendo políticos, e o tráfico de influências, numa palavra, a promiscuidade entre a política e os negócios, que desacreditou a política e nos conduziu à crise em que nos encontramos. Não nos deixemos iludir: o sistema está podre e é preciso mudá-lo. Essa é a grande tarefa da Esquerda europeia, com autonomia ideológica em relação à América, uma vez repensadas as políticas e os comportamentos, para que os cidadãos se mobilizem.
Honradez republicana?
Ok.
Chávez, Bush, Palin...
'Tás bem acompanhado, pá, fixe, soares é fixe...
Prefiro a honradez monárquica e democrata (que dura pouco, até ser assassinada) à honradez republicana defendida pelo senõr.
8 Comments:
Imagens:
http://planetaspolitik.blogspot.com/
O que o senhor escreve, não me parece nada de novo, até parece que está a reinventar a pólvora. Está podre, é preciso mudá-lo e essa é a tarefa da esquerda europeia... Por defeito, tenho sempre muita dificuldade em compreender essa cousa da direita e da esquerda, mais o centro. Poquanto, gostaria de compreender as diferenças fundamentais entre a sua preferência pela «horadez monárquica à honradez republicana. Acredite que gostava, mesmo de compreender.
Porquanto, obviamente.
«Poquanto, gostaria de compreender as diferenças fundamentais entre a sua preferência pela «horadez monárquica à honradez republicana. Acredite que gostava, mesmo de compreender.
Quarta-feira, Setembro 24, 2008 10:03:00 PM
Rosa Oliveira disse...
Porquanto, obviamente.»
Honradez, obviamente...
Cara comentadora,
São 22h13 (21h13 nos Açores).
Demasiado tarde para elaborar acerca das diferenças e semelhanças entre direita/esquerda/monarquia república.
Como monárquico de esquerda (eu) gosto de imaginar isto como uma dança.
Um tango.
São necessários dois.
Gosto de imaginar o monarca como um gajo de brilhantina que se inclina sobre a república de racha, vestido de racha, aberto/a.
Gosto de imaginar o Esquerda (o futebol clube do porto possuiu um jogador chamado: esquerdinha)debruçado sobre a Direita (está direita, alto lá...enfim, há quem dance conforme a música...há quem os queira obrigar a casar).
Quarta-feira, Setembro 24, 2008 10:25:00 PM
[problemas informáticos (no meu magalhães)]
Caríssimo blogger,
De Futebol,não sei NADA!, do Futebol Clube do Porto, então... nadinha! O melhor da constatação é nada me importar.
Tango, gosto. Bastante.
Em especial, Astor Piazzolla. Não costumo dancá-lo, são preciso dois. Ouço-o.
Dançar, conforme a música, pode ter várias interpretações... pode até nem ser coisa boa. Pode ser um mero «laissez faire», mas também, pode não ser. Dito dessa forma, não me parece ser bom, mas isto sou eu, que danço, somente, quando quero, com quem quero, ao som da música que gosto.
Piazzolla, dizia...
Ultimamente, não desgosto deste mui interessantíssimo projecto
http://www.youtube.com/watch?v=wZk-LJ_KCMg&feature=related
[ainda ontem, disse à minha mãe que o magalhães não valia o dinheiro; quer o neto informatizado, não é por mal]
Camarada a treta é toda a mesma.As repúblicas acabam pelo luxo; as monarquias, pela pobreza .
Mais,em países com uma noção definida de liberdade, república e monarquia constitucionais são tabuletas anunciando uma só mercadoria .
Agora já sei alguma coisa sobre o FC Porto: perdeu.
Boa! Que assim continuem, por muitos e longos anos.
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