Quem de nós não conheceu José Franco? Desde os mais pequeninos que faziam verdadeiras romarias a esta aldeia em miniatura dentro de uma casa simples e grande, trabalhada por um Homem Grande e simples, que, de avental e sentado na sua banquinha, qual sapateiro, não parava de fazer aquilo que muito amava!A sua arte, uma arte popular! Foi com tristeza que o Cidadão recebeu tal notícia e logo lhe veio á memória, Mafra e o "Calhau",a sua primeira conversa pessoal com o Mestre Franco, longe do bulício das centenas de visitas, e depois... o regresso, passados uns anos,(com um mestre mais envelhecido mas de tez sempre clarinha e algo avermelhada)... já acompanhado dos seus júniores fascinados e a desabrocharem para as alegrias desta vida por vezes com noticias assim... tão tristes. Resta-nos a saudade!
2 Comments:
Paz á sua alma.
Quem de nós não conheceu José Franco? Desde os mais pequeninos que faziam verdadeiras romarias a esta aldeia em miniatura dentro de uma casa simples e grande, trabalhada por um Homem Grande e simples, que, de avental e sentado na sua banquinha, qual sapateiro, não parava de fazer aquilo que muito amava!A sua arte, uma arte popular!
Foi com tristeza que o Cidadão recebeu tal notícia e logo lhe veio á memória, Mafra e o "Calhau",a sua primeira conversa pessoal com o Mestre Franco, longe do bulício das centenas de visitas, e depois... o regresso, passados uns anos,(com um mestre mais envelhecido mas de tez sempre clarinha e algo avermelhada)... já acompanhado dos seus júniores fascinados e a desabrocharem para as alegrias desta vida por vezes com noticias assim... tão tristes.
Resta-nos a saudade!
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