262 - as portas que abril abriu...

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«E tivemos de pagar
com o sangue de um soldado
o preço de já não estar
Portugal suicidado.
Fugiram como cobardes
e para terras de Espanha
os que faziam alardes
dos combates em campanha.
E aqui ficaram de pé
capitães de pedra e cal
os homens que na Guiné
apenderam Portugal.»
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Este «post» é inteirinho para esta menina.
- Com a minha ânsia de censurar [quem passou aqui durante a tarde compreenderá] apaguei-lhe um excelente comentário (volta a publicá-lo, por favor).
- O poema que dá título a este "post" estava na lista, no entanto, fico agradecido ao António e à Maçã pela sugestão.
- A ilustração, retrata na perfeição aquilo que sinto... detesto a censura (o lápis azul) ainda, por cima com a borrachinha vermelha... combato as ditaduras. ponto. sejam de direita ou de esquerda.
- Este "blog" manter-se-á aberto a todos os comentários, todas as opiniões desde a extrema esquerda à extrema direita, dever-se-á comentar o "post" e não efectuar «masturbações» políticas, completamente, desajustadas.
Posto isto, siga a dança...
2 Comments:
Era só um Poema... A masturbação politica ficou no post 257... Ele volta a aparecer qualquer dia.
Acontece!
Mas gostei do termo "menina"!
maçã,
A «masturbação política» não era contigo, obviamente.
Ontem as caixas de comentários foram invadidas por um radical de extrema direita com um despropósito total.
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