348 - rumo à derrota
O único clube que carrega Portugal no nome foi derrotado justamente.
Há um ano foi, abundantemente, debatido na «blogosfera» hoje poucos se lembrarão.
[quem se quiser dar ao trabalho de ler os comentários no «link» indicado, encontrará um senhor chamado Bruno Leão, concordo com a maneira como ele sentiu o jogo]
Foi uma derrota justa, desde logo, porque na minha opinião o Sporting não merecia ter chegado à final o «AZ Alkmaar» foi superior no conjunto dois jogos, o Newcastle poderia ter chegado ao três zero em Alvalade (esteve a ganhar dois zero [no conjunto dos dois jogos], estive nas bancadas e vivi de forma irracional [haverá racionalidade no futebol?] os cinco golos) quanto ao jogo da final o Sporting começou bem mas depois um vento leste soprou na forma improvável de botas de música calçadas por um compositor chamado Wagner, Wagner Love.
Qual o sabor de recordar uma derrota?
As derrotas são, algo, que nos faz crescer.
As crianças antes de caminhar, gatinham, quando começam a andar, dão uns passos incertos [parecem universitários na semana da queima das fitas] e caem, essa queda é a essência da vida, há os que sorriem e se levantam, há os que ficam no chão a chorar...
Se um «post» encerra em si alguma moralidade será esta: Quando cairem, levantem-se com um sorriso. Uma derrota não é um fim é, apenas, um recomeço...
2 Comments:
anima-te...
sempre ficaste em segundo na Liga!
e isso para vocês foi... uma festa!
Festa?!
António, festa... é estarmos vivos, buscarmos a nossa felicidade e a dos outros...
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