«e que esses individuos nao estiveram a fazer boa coisa no ultramar. Que talvez devessem ter desertado. Que nao foram herois, foram apenas paus-mandados.» [sic] (ler os comentários)
Sr. Luís Lavoura, talvez Otelo e Salgueiro Maia «devessem ter desertado» nesse caso quem faria o 25 de Abril?
[a imagem foi retirada deste «site», vale a pena espreitar]
Aqui posto de comando do Movimento das forças armadas. As Forças Armadas portuguesas apelam a todos os habitantes da cidade de Lisboa no sentido de recolherem as suas casas,nas quais se devem conservar com a màxima calma.Esperamos sinceramente que a gravidade da hora que vivemos não seja tristemente assinalada por qualquer acidente pessoal,para o que apelamos para o bom senso dos comandos das forças militarizadas,no sentido de serem evitados quaisquer confrontos com as Forças Armadas.Tal confronto,alèm de desnecessàrio,só poderà conduzir a sèrios prejuizos individuais que enlutariam e criariam divisões entre os portugueses, o que hà que evitar a todo o custo.Não obstante a expressa preocupação de não fazer correr a mínima gota de sangue de qualquer português,apelamos para o espírito cívico e profissional da clàsse mèdica,esperando a sua acorrência aos hospitais,a fim de prestar a sua eventual colaboração,que se deseja,sinceramente,desnecessària.
Sou militar de Abril com muito orgulho.Se tivesse que voltar novamente ao 24 ,estaria novamente ao lado destes oficiais incondicionalmente.
Quis saber quem sou O que faço aqui Quem me abandonou De quem me esqueci Perguntei por mim Quis saber de nós Mas o mar Não me traz Tua voz.
Em silêncio, amor Em tristeza e fim Eu te sinto, em flor Eu te sofro, em mim Eu te lembro, assim Partir é morrer Como amar É ganhar E perder
Tu vieste em flor Eu te desfolhei Tu te deste em amor Eu nada te dei Em teu corpo, amor Eu adormeci Morri nele E ao morrer Renasci
E depois do amor E depois de nós O dizer adeus O ficarmos sós Teu lugar a mais Tua ausência em mim Tua paz Que perdi Minha dor que aprendi De novo vieste em flor Te desfolhei...
E depois do amor E depois de nós O adeus O ficarmos sós
...de início
Paulo de Carvalho : E depois do Adeus Música: José Calvário Letra: José Niza
2 Comments:
Aqui posto de comando do Movimento das forças armadas.
As Forças Armadas portuguesas apelam a todos os habitantes da cidade de Lisboa no sentido de recolherem as suas casas,nas quais se devem conservar com a màxima calma.Esperamos sinceramente que a gravidade da hora que vivemos não seja tristemente assinalada por qualquer acidente pessoal,para o que apelamos para o bom senso dos comandos das forças militarizadas,no sentido de serem evitados quaisquer confrontos com as Forças Armadas.Tal confronto,alèm de desnecessàrio,só poderà conduzir a sèrios prejuizos individuais que enlutariam e criariam divisões entre os portugueses, o que hà que evitar a todo o custo.Não obstante a expressa preocupação de não fazer correr a mínima gota de sangue de qualquer português,apelamos para o espírito cívico e profissional da clàsse mèdica,esperando a sua acorrência aos hospitais,a fim de prestar a sua eventual colaboração,que se deseja,sinceramente,desnecessària.
Sou militar de Abril com muito orgulho.Se tivesse que voltar novamente ao 24 ,estaria novamente ao lado destes oficiais incondicionalmente.
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Quis saber quem sou
O que faço aqui
Quem me abandonou
De quem me esqueci
Perguntei por mim
Quis saber de nós
Mas o mar
Não me traz
Tua voz.
Em silêncio, amor
Em tristeza e fim
Eu te sinto, em flor
Eu te sofro, em mim
Eu te lembro, assim
Partir é morrer
Como amar
É ganhar
E perder
Tu vieste em flor
Eu te desfolhei
Tu te deste em amor
Eu nada te dei
Em teu corpo, amor
Eu adormeci
Morri nele
E ao morrer
Renasci
E depois do amor
E depois de nós
O dizer adeus
O ficarmos sós
Teu lugar a mais
Tua ausência em mim
Tua paz
Que perdi
Minha dor que aprendi
De novo vieste em flor
Te desfolhei...
E depois do amor
E depois de nós
O adeus
O ficarmos sós
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Paulo de Carvalho : E depois do Adeus
Música: José Calvário
Letra: José Niza
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