1. Não tinha comentado este post e gosto de comentar todos, mais que não seja com um entrelaçado de palermices.
2. Surgiu-me uma questão ao navegar de blogue em blogue, por acaso, a partir do santamargarida.
3. Não me apetece fazer um post sobre isto, a minha criança não me perguntou e não está nenhum adulto por perto.
3.1. Tenho mesmo de o escrever.
4. Como é que se explica a uma criança o caso da menina inglesa desaparecida?
4.1. Parece-me uma pergunta de jornalista a pedopsiquiatra que ninguém conhece, em horário nobre.
4.1.1. As crianças não são adultos em ponto pequeno. Já lá vai o tempo em que assim eram concebidas. Por isso mesmo não fazem perguntas estúpidas. O perguntar da criança é autêntico, pertinente.
4.1.2. A criança sabe que a morte existe. O peixe morre. O cão morre...
4.1.3. A criança tem de saber que há pessoas que não são amigas da mamã e do papá, nem dos tios, nem das tias, nem dos avós ... que raptam meninos. São pessoas más.
4.1.2. A criança tem de saber que, ás vezes, as pessoas amigas da mamã e do papá, fazem coisas esquisitas, assim, sem compreendermos muito bem.
4.1.3. A criança não tem qualquer necessidade de receber informação complexa para além daquilo que pergunta, ou mesmo, sem perguntar.
Etc e etc...
Óbvio, eu teria muita dificuldade em explicar aos meus filhos a razão pela qual os pais foram jantar e as crianças ficaram a dormir sózinhas. Apenas e tão só, porque jamais viveram situação semelhante. Ainda assim, ficariam a saber que existe, pelo menos, uma mãe e um pai que o fizeram. O resto, sempre é melhor do que alguns desenhos animados e programas televisivos a que teimam em assistir.
Obrigado por poder destilar aqui. Há coisas que me transcendem.
Ah!... convém, também, explicar à criança donde é que ela veio e como nasceu, se ela perguntar, claro.
2 Comments:
Segundo especialistas nestas matèrias 80% deste casos são perpectados pelos pais.
Então é assim:
1. Não tinha comentado este post e gosto de comentar todos, mais que não seja com um entrelaçado de palermices.
2. Surgiu-me uma questão ao navegar de blogue em blogue, por acaso, a partir do santamargarida.
3. Não me apetece fazer um post sobre isto, a minha criança não me perguntou e não está nenhum adulto por perto.
3.1. Tenho mesmo de o escrever.
4. Como é que se explica a uma criança o caso da menina inglesa desaparecida?
4.1. Parece-me uma pergunta de jornalista a pedopsiquiatra que ninguém conhece, em horário nobre.
4.1.1. As crianças não são adultos em ponto pequeno. Já lá vai o tempo em que assim eram concebidas. Por isso mesmo não fazem perguntas estúpidas. O perguntar da criança é autêntico, pertinente.
4.1.2. A criança sabe que a morte existe. O peixe morre. O cão morre...
4.1.3. A criança tem de saber que há pessoas que não são amigas da mamã e do papá, nem dos tios, nem das tias, nem dos avós ... que raptam meninos. São pessoas más.
4.1.2. A criança tem de saber que, ás vezes, as pessoas amigas da mamã e do papá, fazem coisas esquisitas, assim, sem compreendermos muito bem.
4.1.3. A criança não tem qualquer necessidade de receber informação complexa para além daquilo que pergunta, ou mesmo, sem perguntar.
Etc e etc...
Óbvio, eu teria muita dificuldade em explicar aos meus filhos a razão pela qual os pais foram jantar e as crianças ficaram a dormir sózinhas. Apenas e tão só, porque jamais viveram situação semelhante. Ainda assim, ficariam a saber que existe, pelo menos, uma mãe e um pai que o fizeram. O resto, sempre é melhor do que alguns desenhos animados e programas televisivos a que teimam em assistir.
Obrigado por poder destilar aqui. Há coisas que me transcendem.
Ah!... convém, também, explicar à criança donde é que ela veio e como nasceu, se ela perguntar, claro.
Enviar um comentário
<< Home