Cara Rosa, o sr. dr. Paulo Portas não é das minhas relações (felizmente), o Paulo que refiro, diz que é uma espécie de arquitecto, anda entre Lisboa e Santa Margarida e, provavelmente, está a ver se me esqueço (eh, eh, eh) mas comigo não faz farinha.
Caríssimo Pedro, está visto que é desencontro e não esquecimento. Provavelmente, ele está indo, quando o meu caro, volta. Devia, talvez, ser mais concreto a planear as coisas.
E pode a obra separar-se do homem? Certo que a obra se torna pública, permitindo múltiplas e diversas apropriações, mas é sempre a obra daquele homem e não d'outro. Ainda que, a posteriori, o homem, a dado momento, se possa não rever na sua obra, ela continua sendo a obra dele, em particular, do seu (próprio/idiossincrático) percurso, não?
6 Comments:
olha!... Voltou [tão original!]
Quem?, o Portas? Ficas sem eles, dizem que arquiva tudinho lé em casa.
Cara Rosa, o sr. dr. Paulo Portas não é das minhas relações (felizmente), o Paulo que refiro, diz que é uma espécie de arquitecto, anda entre Lisboa e Santa Margarida e, provavelmente, está a ver se me esqueço (eh, eh, eh) mas comigo não faz farinha.
Caríssimo Pedro, está visto que é desencontro e não esquecimento. Provavelmente, ele está indo, quando o meu caro, volta. Devia, talvez, ser mais concreto a planear as coisas.
Morreu quem se ria da morte.
Esqueça-se o homem e lembre-se a obra.Paz a este agitador intelectual.
E pode a obra separar-se do homem?
Certo que a obra se torna pública, permitindo múltiplas e diversas apropriações, mas é sempre a obra daquele homem e não d'outro.
Ainda que, a posteriori, o homem, a dado momento, se possa não rever na sua obra, ela continua sendo a obra dele, em particular, do seu (próprio/idiossincrático) percurso, não?
SAUDADITAS da "K", sim tenho
kisses
Enviar um comentário
<< Home