«olha, li mal. fica melhor: carne da nossa (nacional, portanto) carne»
Leu, duplamente, mal, Rosa. Sangue do nosso sangue, sangue português e sangue brasileiro. A pátria como a entendia Pessoa: a minha Pátria é a Língua Portuguesa. (depois vieram os assassinos mataram os Reis e cá vamos andando, com a cabeça entre as orelhas).
A minha estimada amiga é que falou de carne, eu falei de sangue. Sangue e carne... carne e sangue, sem sangue não há carne e é, precisamente, a ausência de sangue que anuncia uma nova carne nascente, crescente e, finalmente, transbordante de vida. Quanto a Mia Couto, sim, devidamente, contextualizado: a minha pátria, é a minha língua portuguesa, em Mia é um grito de revolta contra os acobardamentos, os conformismos, obviamente, não ia desconcordar com ele, este é um «blog» desconformado.
Excelente fotografia! Provoca sensações boas. Dá vontade de cuidar. Existe aqui outra imagem, que transmite a mesma vontade. É uma digitalização com o sangue do autor. Não consigo reencontrá-la.
veja-a, em pormenor,perceberá que a foto deste post, ainda que, tenha qualidade e provoque sensações, deixa-se superar por essa. são ambas ao serviço de uma causa, segundo percebi. a foto, por si, uma mão... com as mãos faz-se tudo... os dedos, um dedo em particular, outro dedo em particular... uma (são duas, mas é preciso vê-la bem vista) ferida, um corte ..., mas um corte criador... ela, a foto, é sangue e carne. e mais ainda.
10 Comments:
Para bom bebedor,meia garrafa baasta.
Este comentário foi removido pelo autor.
Este comentário foi removido pelo autor.
Oi Pedro,
mais uma vez a internet se mostra um mundo muito pequeno. Veja...
http://www.picturapixel.com/blog/?p=1476
Gde ab.
Guarde pelo menos uma garrafa de vinho para este pobre brasileiro. Passo por aí para celebrarmos.
«olha, li mal. fica melhor: carne da nossa (nacional, portanto) carne»
Leu, duplamente, mal, Rosa.
Sangue do nosso sangue, sangue português e sangue brasileiro.
A pátria como a entendia Pessoa: a minha Pátria é a Língua Portuguesa.
(depois vieram os assassinos mataram os Reis e cá vamos andando, com a cabeça entre as orelhas).
Este comentário foi removido pelo autor.
A minha estimada amiga é que falou de carne, eu falei de sangue.
Sangue e carne... carne e sangue, sem sangue não há carne e é, precisamente, a ausência de sangue que anuncia uma nova carne nascente, crescente e, finalmente, transbordante de vida.
Quanto a Mia Couto, sim, devidamente, contextualizado: a minha pátria, é a minha língua portuguesa, em Mia é um grito de revolta contra os acobardamentos, os conformismos, obviamente, não ia desconcordar com ele, este é um «blog» desconformado.
Excelente fotografia! Provoca sensações boas. Dá vontade de cuidar.
Existe aqui outra imagem, que transmite a mesma vontade. É uma digitalização com o sangue do autor. Não consigo reencontrá-la.
eu ajudo:
http://santamargarida.blogspot.com/2007/06/795-uma-questo-de-etiqueta.html
veja-a, em pormenor,perceberá que a foto deste post, ainda que, tenha qualidade e provoque sensações, deixa-se superar por essa.
são ambas ao serviço de uma causa, segundo percebi.
a foto, por si, uma mão... com as mãos faz-se tudo... os dedos, um dedo em particular, outro dedo em particular... uma (são duas, mas é preciso vê-la bem vista) ferida, um corte ..., mas um corte criador... ela, a foto, é sangue e carne.
e mais ainda.
espero que o blogger a tenha desinfectado.
esqueci-me de assinar.
@
Enviar um comentário
<< Home