1172 - mancha branca

José S. Carvalho Pinto de Sousa obteve quase 29% dos votos, a maioria que hoje nos governa, vale o que vale, como os números espalham*, hoje parece que ninguém votou no gajo.
Gosto de figuras públicas que partilham experiências, há quase três anos...
* espalham em vez de espelham o que, também, seria uma palermice, os direitos de autor são do filho de João Alves, treinador dos juniores do Atlético, disse mais ou menos isto: o resultado espalha bem o que se passou no campo...
10 Comments:
Como eles vivem bem nestes circuitos espelhados de outros que falam e dizem o mesmo do mesmo (de si próprios)...paz e harmonia. Amen.
Cara Rosa, respeito muito o trabalho de João Gil como músico.
Quanto ao facto de ter um «blog» e partilhar as suas (dele) opiniões acho óptimo.
Os comentários no «Canal da Mancha» estão abertos, portanto, não concordo com:«circuitos espelhados de outros que falam e dizem o mesmo do mesmo» se qualquer um pode comentar essa premissa não faz sentido (digo eu).
Caríssimo amigo, não leia o que não está escrito. Eu respeito todas as pessoas, excepto criminosos, corruptos..... independentemente de terem esta ou aquela profissão e de serem ou não figuras públicas.
Meu caro, a figura pública goza de um privilégio de intervenção no mundo que outro qualquer anónimo não possui. Ter um blogue é comum nos dias que correm, partilhar ideias já não é, assim, tão comum. Vejamos, uma coisa é expor, declarar uma ideia, coisa outra é partilhá-la na profundidade do conceito; a partilha é discussão, troca de argumentos que não têm, necessariamente, de ser concordantes com a ideia exposta e/ou declarada.
O meu comentário anterior, encontra justificção no exposto.
Qualquer pessoa pode comentar:avaliar, ajuízar, opinar, reflectir, ironizar, pensar... exercitar a sua competência pensativa, face ao que se escreve, certo! Acontece que, a grande maioria dos comentadores fazem parte do círculo de relacionamentos do autor do blogue (mais do mesmo).... não designo isso por partilha, no sentido de uma mais valia para a sociedade em que vivemos. O circuito é fechado, espelho/speculum do exposto, paz e harmonia, amen!
O que disse nada tem a ver com o facto de João Gil ser músico. Olhe, eu sou professora. E daí? Ele perceberá de música e eu de ensinar e aprender filosofia de nível secundário.
Podiamos discutir a Filosofia da Música, por exemplo, quiçá. Ou a música enquanto terapia, ou ainda, a importância da música no desenvolvimento cognitivo, provavelmente, quem sabe, a relação da música com a produção industrial de leite (de vaca).
Tirando isso, não me lembro de ver alguma intervenção sócio-política do senhor, mas posso estar em blasfémia.
justificação
Ora, vê como nos entendemos. Isto deve ter sido da reminiscência de Telepatia (já a procurei quase desesperadamente na net).
Quando não há a tal partilha, resta o enfadonho aborrecimento em círculo.
Quais Prisioneiros de Van Gogh...
A prtilha desde que não seja litigiosa é sempre bem-vinda.
A prtilha desde que não seja litigiosa é sempre bem-vinda.
A prtilha desde que não seja litigiosa é sempre bem-vinda.
Pelos visto a triplicar fica mais barata.
O Manuel, hoje, encarreira comentários, tal, o nosso, blogger de serviço, encarreira ideias. Mais ou menos, queira desculpar, mas foi um bocadinho repetitivo. Pronto, deixe lá, o que é bom repete-se e nem foi circular.
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