1722 - os jugulamentos de nuremberg
Uma senhora sabe comportar-se, usa, sempre, uma digna linguagem.
Um texto que fez implodir um blog.
Foi-se embora a republicana com os seus (dela) cortesãos.
Fica Rainha... antes Rainha por 5 dias, que republicana toda a vida.
Há quem pense a blogosfera como um espaço de discussão, há quem a utilize para fazer política e prescrever a verdade.
4 Comments:
Boa tarde, Pedro
Cinco parágrafos bem articulados. Isto é leitura para o dia inteiro... voltarei, claro...
Por agora, somente três generalidades:
1ª A certeza é uma identidade estúpida, estupidificante, absolutamente: merdosa.
2ª A Verdade não existe. Existem verdades (por alguma razão se faz uso de itálico, aspas e afins)...
3ª Lamento, profundamente, não poder comentar este «post», usando linguagem apropriada. Nste seu espaço [isto, não é seu, nem meu é dos gajos que controlam a coisa, mas há gente iludida...] que cultiva um alto nível cultural, não se pode reflectir sobre a real natureza do filho da **** que, nada deve à mãe ou à ****.
De resto, há verdades passíveis de prescrição. Por outro lado, aquela cousa de, se vens aqui (salvo seja) é para concordares comigo é existência putativa.
Ainda vou a meio da leitura...
Assim, de repente, não mais que de repente, somente para desassossegar, lembrei-me de matilde em «Felizmente Há Luar»:
«Às mulheres, senhor, pouco interessa a justiça das causas que levam os seus homens a afastar-se delas. A justiça e a tirania, só as sente quem anda na rua, quem é homem ou quer ser homem.
[E esta outra:]
As mulheres, Sr. Marechal, estão sempre dispostas a colaborar com a tirania para conservarem os maridos em casa.»
Não tem nada a ver, menos ainda, a haver, lembrei-me...
Tem seguido a blognovela?
Tchiiiii!
Bem melhor que: «A Outra»...
1.,2. e 3.
Pois
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