46/2010 - memorando portugal, um



Em comum terão o facto de serem locais/paisagens anteriores a 1910.
Coisas que a república não aprecia, coisas e locais que poderão ser destruídos, implodidos sem uma lágrima de tristeza, sem um suspiro de arrependimento.
Monumentos que os Reis nos legaram mas que a república poderá considerar obsoletos e destruíveis.
Serão o meu contributo para a comemoração do centenário da república (républica como lhe chamam em Abrantes).
As imagens (como todas as outras cuja autoria não atribuo) são fotografias da minha autoria sem toques, nem retoques, sem manhosices... um homem, uma máquina, um motivo.
7 Comments:
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A razão porque (na minha opinião) não se deve destruir o que a fotografia nos mostra tem a ver com a preservação da memória.
Só conhecendo o que fomos, poderemos saber quem somos e projectar o que seremos.
Os republicanos e a comentadora querem implodir a Torre de Belém do ignóbil D. Manuel I por mim tudo bem... mas ficará registado neste «blog» como era/como foi para aqueles que nunca a sentiram.
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O índio do amazonas, provavelmente, olharia o monumento e sentir-se-ia a mastigar pastéis de nada.
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Nada, pastéis de nada.
Era uma metáfora.
Não existem índios na Amazónia; os cowboys do «western spaggetti» quais buiças injusticeiros assassinaram-os.
Os indígenas da América chamam-se: ameríndios
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