1161 - vinho e um caldo verde, verdinho a fumejar na tijela
Passo por aí para celebrarmos.
O caldo verde não me tem dado grandes alegrias, a nível profissional tenho lembrado muito esses versos:
Há tantos burros mandando
Em homens de inteligência
Que às vezes fico pensando
Que a burrice é uma Ciência.
atribuídos a Ruy Barbosa.
Chego a casa, desfaço o nó, dispo o terno, jogo os sapatos, estupidamente, engraxados.
Ligo, ligo-me à rede, reconfortam-me palavras do outro lado do Atlântico:
Busquei este post, um fotógrafo, um pintor, uma fadista, pão e vinho, vontade de celebrar o mais puro que existe nos seres humanos: a amizade
5 Comments:
Terno(muito), homem lindo, é o teu «post».
Lugar comum e tão verdadeiro: o mundo é pequeno, supostamente, deviamos estar todos muito próximos.
Boa noite para ti.
Homem lindo?
Lindo e bem vestido, acrescento, conferir aqui:
http://santamargarida.blogspot.com/2007/12/1129-natal-natal.html.
Todos muito próximos, parece-me bem... José, Maria, a vaca, o burro, o menino Jesus, os pastores e os Reis (presidentes das repúblicas) Magos.
(acrescentei presidentes das repúblicas, pois este «blog» é, também, lido por republicanos, eu sou, obviamente, democrata: Obama, Obama, Obama)
Que chatice, já estava a fechar isto.
Onde é que pensas fundamentei a tua lindeza?, obvia e estupidamente na tua duendade (deve existir, senão dicionariza-se e pronto). Os collants são do mais in... e as orelhas? E as pernas? E os passinhos (remete para aquela dos Passarihos a bailar) de dança?
Ouve, o «muito próximos» quis ser mais figura de estilo do que a lindeza. Isso é muita gente junta para uma barraca.
Passarilhos é uma junção de passinhos com passarinhos a bailar.
Eu sei que percebeste, mas, no minímo, tento ser explicita.
A amizade é uma espécie de vinho novo mas se a deixar-mos envelhecer bebe-se com mais prazer.
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