1173 - rio-me das flores


Diz Miguel:
Acho o trabalho do João Botelho excelente (...) leio o Vasco Pulido Valente [VPV] e sabe que mais? Não consigo chegar ao fim dos outros textos. Não acrescentam nada. Aborrecem-me.
Digo eu:
Lê [VPV], pois, os textos de [VPV] acrescentam algo e não são aborrecidos.
Diz Miguel:
Não existe a RTP existe a TV do José Eduardo Moniz. Está ali para se servir e o preço que tem de pagar é servir o poder, seja o PS (que o meteu lá, não esqueçamos...) (...) mas ele não é eterno (...) a esta hora já deve andar a namorar as privadas (...) vejo o futuro muito negro. Acho que não voltarei a trabalhar em televisão
Digo eu:
Está ali para se servir, acho que não voltarei a trabalhar em televisão, afinal voltou e quem é o superior hierárquico, perguntam, pois...
Diz Miguel:
O mais fretista de todos é o Expresso. É o melhor instrumento do cavaquismo, tendo a segurança de ser uma instituição. acho que é um mau jornal (...)
Digo eu:
Continuem a lê-lo no Expresso e a apreciarem-lhe os comentários na TVI (de José Eduardo Moniz ).
Coerência, portanto.
4 Comments:
Comentário, tipo para aconchegar o «post»:
Ave Maria, gratia plena
Dominus tecum
Benedicta tu in mulieribus
Et benedictus fructus ventris tui Jesus
Sancta Maria, Mater Dei,
Ora pro nobis peccatoribus
Nunc et in hora mortis nostrae
Amen.
Aconchego, portanto.
«rio-me das flores»
Estimado amigo, gostei do título do «post». bem sei que se inspirou em MST. A mim fez-me lembrar:
- Quero um copo de água, se faz favor.
(Normalmente os copos são de vidro)
_ Quero um copo com água, se faz favor.
(Um líquido dentro de um objecto pensado para esse fim)
Daqui concluo:
O seu riso é florido*.
(E ainda crítica o MST.)
* Dada a seriedade do «post», abstenho-me de explicações outras a remeterem para interpretações manhosas sobre risos-floridos-de-homens.
O livro fala e a alma responde.
E há livros que falam prá chuchu...querem as almas a transbordar respostas.
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