1369 - sopa de milagres
(...) a ideia de uma pessoa que não sabe como se faz sopa ultrapassa-me [o que será uma ideia que nos ultrapassa?] completamente [mau, ultrapassa ou não ultrapassa, uma ultrapassagem incompleta não é uma ultrapassagem, quanto muito será uma tentativa]. Por um motivo muito simples:qualquer mortal que já tenha provado o líquido em causa [como? a sopa é um líquido? vai lá vai...] e alguma vez morado numa casa de família, tem desde que não seja cego e surdo e desprovido de paladar (...)
Fernanda Câncio, provavelmente, não sabe mas os os seres humanos que não se apercebem da realidade pelo sentido da visão ou da audição, também, cozinham, também, sabem o sabor da sopa.
[voltarei a este tema com o texto completo, por agora detenhamo-nos noutros milagres]
5 Comments:
Lá está Você a cansá-la...
Fernanda cansa...
Mas com esta passagem recolhida do DN de ontem, aqui reproduzida com oportunidade, até já desculpava os tipos do PSD que colocaram em causa a "visão" da escolha dos progranas na RTP2...
Possivelmente, para contornar a infeliz expressão da dita, podiam não ser (e não eram de todo!), cegos, surdos. eram simplesmente" puxa-saco", como dizem os brasileiros...
Lá está, apanha-se mais depressa uma mentira do que uma coxa dos diabos...
E lembrar-me eu que a mesma senhora, escreveu que a linguagem não é neutra e a essência do politicamente correcto é expurgar a linguagem de conotações discriminatórias (citado de memória). Partindo dessa concepção da linguagem, nem sei se hei-de deixar esta ideia recente (da feitura da sopa...)ultrapassar-me ou superar-me. Melhor, superar-me, a ver se melhora, sempre sei fazer sopa, bem como, das múltiplas formas de percepção da realidade.
Traga lá o texto completo...
Caríssimo Pedro, andei a «blogar»... fui ler o início e o resto e o antes, muito transparente; pensando sempre neste seu «post». Associei tudo coerentemente, na minha cabecinha pensadora, digo-lhe: por mim, pode deixar o texto completo. Não me canso (salvo seja) com cousas desta natureza.
Vou preparar a sopa que não será líquida, obviamente.
Sopa deliciosa.
1 lata pequena de feijão branco cozido
1 alho francês
1 nabo
1 fatia pequena de abóbora
1 batata grande
2 cebolas médias
1 chávena das de café rasa de arroz
1/4 de couve lombarda cortada em juliana
1 cubo de caldo de carne
água q.b.
1,5 dl de azeite
sal q.b.
Confecção:
Numa panela deitam-se os ingredientes para cozer, menos o feijão, a cebola, o arroz e a couve.
Faz-se o puré.
Com as cebolas cortadas às meias-luas faz-se um refogado leve juntamente com o azeite.
Entretanto, lava-se o arroz e junta-se à sopa, bem como a couve.
Deixa-se cozer e adiciona-se-lhe o caldo de carne.
Depois, do arroz e da couve estarem cozidas, junta-se a cebola refogada e a lata de feijão, depois de passado por água.
Ferve mais 3 minutos.
Tão líquida que até chateia.
Lol
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