domingo, junho 22, 2008
Acerca de mim
- Nome: pedro oliveira
- Localização: santa margarida coutada, constância, Portugal
Previous Posts
- 1403 - o dia da raça
- 1402 - bernardino, barbeiro
- 1401 - a explicação dos «passare»
- 1400 - não, sim, constantim
- 1399 - futebol escreve-se com f
- 1398 - talvez...
- 1397 - hoje lembrei o pai do meu pai
- 1396 - problemas que nos comicham, a enveja
- 1395 - a sopa líquida é horróvel, horróvel
- 1394 - beijinhos e abraços
2 Comments:
Boa noite, caríssimo.
Um «post» com sentido de oportunidade. Excelente escolha!
Desconversar era mais ou menos o que fazia, em criança, quando ainda não entendia os alemães. Obviamente que depois, aprendi a língua alemã e, entre outras cousas, lhes fui ensinando que Portugal não era (é) uma província espanhola, como, de resto, viam em certos mapas turísticos.
Se eu fosse a Senhora Doutora Hanna Damásio e o viesse aqui ler, ainda seria capaz de tecer considerações sobre os processos mentais ligados ao (des)conversar e às meias palavras para nos entendermos, mas, não sou. Aliás, ente a neurocientista e eu, o única dado comum é, apenas, uma «costela» alemã. Ainda assim, ela conversa em inglês e eu em português.
Sabe esperanto?
Tenho vaga recordação de já aqui ter lido algo em esperanto.
Desconversemos, então
Que seja feita a sua vontade
Jogaria às cerejas senhora
se o prémio fosse o próprio bolo
e não apenas a bandeira
ou o caroço no topo dele
já não tenho olhos
para notas de rodapé
e fetiches
não compro nos saldos
nem peço de empréstimo a Paulo Coelho
alfaiate de meninas.
Enviar um comentário
<< Home