Gostei do tratamento dado à Inconstância. Dum lado os grandes projectos, que desbocam, do outro, sempre em estradas. Mas, tudo depende por onde é o caminho. "Sei que não vou por aí"
Com tanta areia e tão pouca água espanta-me o modo como Constância corta a meio, com um rio Tejo cujo espelho de água recusa e rejeita cegamente, ao mesmo tempo que exige o impossível com a recreação de uma água interdita pelas suas funções de reserva estratégica vital para a vida humana, como é o caso da água do Castelo de Bode.
A FOCUS de hoje mostra o que vale uma barragem no esplendor turístico. passem depois pelo meu blogue... Não foi nada que já não tivesse lá escrito... Mas como era um indígena e era de Direita há que desculparem-me a ousadia... E a modernidade avançada em anos...
4 Comments:
Gostei muito do título. Fez-me lembrar a sua (do Pedro) analogia entre Constância e a Vénus de Botticelli.
«Feedei», para lhe acompanhar a escrita.
Gostei do tratamento dado à Inconstância. Dum lado os grandes projectos, que desbocam, do outro, sempre em estradas.
Mas, tudo depende por onde é o caminho.
"Sei que não vou por aí"
Rui
Com tanta areia e tão pouca água espanta-me o modo como Constância corta a meio, com um rio Tejo cujo espelho de água recusa e rejeita cegamente, ao mesmo tempo que exige o impossível com a recreação de uma água interdita pelas suas funções de reserva estratégica vital para a vida humana, como é o caso da água do Castelo de Bode.
A FOCUS de hoje mostra o que vale uma barragem no esplendor turístico.
passem depois pelo meu blogue...
Não foi nada que já não tivesse lá escrito...
Mas como era um indígena e era de Direita há que desculparem-me a ousadia... E a modernidade avançada em anos...
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