sexta-feira, março 12, 2010
Acerca de mim
- Nome: pedro oliveira
- Localização: santa margarida coutada, constância, Portugal
Previous Posts
- 90/2010 - os sem anos do república
- 89/2010 - ohnibmop, oilíba
- 88/2010 - a mala, quem me dera, a mala
- 87/2010 - do anonimato animal ao anonimato universal
- 86/2010 - black in, black out
- 85/2010 - e dos grandes
- 84/2010 - pedro varino 4 / mouriscas 0
- 83/2010 - a legitimidade distinta
- 82/2010 - a crise do sporting, parte dois
- 81/2010 - a crise do sporting, parte um
2 Comments:
O texto de JPP não fala da república, palavra que não se encontra nele. Ainda que falasse, pensar mal da república não é o mesmo que ser pela monarquia.
Um mau governo republicano não confere à monarquia nenhuma qualidade.
A monarquia é coisa do passado. A república, tal como a conhecemos, também o será um dia, mas o futuro não se faz com soluções comprovadamente erradas no passado: porque raio esse Afonso de que fala há-de ter que ser venerado ou pesar mais no sistema de governança do que outra pessoa qualquer?
Na ideia do Pedro, ao comando de Portugal - Sua Alteza Real... Já agora, para a Europa, que dinastia sugere?
Se me é permitido e na sequência do comentário do TZ, coloco também uma questão ao administrador deste bog e acérrimo defensor da monarquia (está no seu direito, como é óbvio): Se a nossa constituição se «finasse» e fosse reposta a monarquia, que papel lhe estaria reservado no novo regime? por acaso não se revê como simples vassálo, pois não?.
A diferença entre um monarca e um presidente de républica no contexto actual, é similar, ou seja, não passam de meras figuras decorativas. Mas pior ainda, se levarmos em linha de conta os escândalos em que a maioria das casas reais europeias se têm visto envolvidas, levam os contribuintes a questionarem-se sériamente se vale a pena sustentar tais figuras que vivem «principescamente» e sem outra utilidade aparente, além da institucional. Se é por uma questão de opção politica tudo bem, mas não vamos «atacar» uma facção como forma de «defesa» de outra, também caduca.
O Politico Residente
Enviar um comentário
<< Home