Não me deixes nunca,rebanho de coisas. Arrasta o movimento do brilho para o subterrâneo horizonte que o amor cochila junto à sombra. Apalpe a esquiva curva do corpo emaranhado nos quadris do mundo e resmungos do coração consuma na chama acesa de um pôr do sol. Não me deixe nunca,rebanho de coisas que a alma e a sua cauda de flores podem ficar gravadas em fria folha de pedra.
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Não me deixes nunca,rebanho de coisas.
Arrasta o movimento do brilho
para o subterrâneo horizonte
que o amor cochila junto à sombra.
Apalpe a esquiva curva do corpo
emaranhado nos quadris do mundo
e resmungos do coração consuma
na chama acesa de um pôr do sol.
Não me deixe nunca,rebanho de coisas
que a alma e a sua cauda de flores
podem ficar gravadas
em fria folha de pedra.
(Lina Tâmmega)
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