1275 - as ditaduras sinistras

Diz o Sr. Boumedienne [p. 106]:
O Islão sempre foi pela igualdade das raças, a igualdade também dos direitos, os direitos entre os homens, os homens brancos, os homens vermelhos e os homens pretos. O Islão veio também para libertar a mulher.
A Argélia foi o nosso modelo.
Na Argélia existiam homens brancos, vermelhos e pretos, na república de Fernanda Câncio existem, apenas, dois tipos de raças os brancos que moram em Algés e os luso-africanos [estão proibidos de lhes chamar pretos, ok] que moram na Cova da Moura mas dão a morada da patroa para dizerem que moram em Algés e poderem frequentar a escola dos brancos de Algés que lhes chamam pretos em vez de lhes chamarem luso-africanos, confusos?
8 Comments:
Aos 7 ou 8 anos (aproximadamente) o meu filho, por acaso (modo de expressão que a herança genética explica-o) loiro e de olhos azuis, com um ar de sueco ou coisa parecida, durante a consulta médica, diz:
- Mamã, agora sei por que é que a Maria é preta, é igual ao pai.
Eu gelei (modo de expressão que as morenas...), o médico, sereno, responde:
- A Maria é como o café com leite, tem um bocado meu e outro da mãe.
Eu caladinha, fiz de conta que ninguém tinha falado.
Esse médico (preto, perdão, luso-africano, presumo)era/é um palerma.
Politicamente correcto deveria dizer:
«Maria é filha do pai África e da mãe Europa»
Café com leite?
Bah...
O giro disto é que qualquer estudante do primeiro ano de História sabe que a civilização, todas as civilizações nasceram em África,
Só os ignorantes acham/pensam que é racismo chamar preto a um preto.
Os pretos/blacks/negros/niggers são os seres humanos perfeitos (até anatomicamente...) nós (os que temos o azar de não sermos pretos) temos orgãos essenciais atrofiados... onde estará o racismo, então?
Por que razão, pensa que gelei!?
Café com leite é bebida intragável, não compreendo como as pessoas gostam de estragar o café.
Por acaso, a mãe branca de Maria é africana, melhor, Angolana, tal como o pai.
Pode não ser ditadura sinistra, mas é que tem qualquer coisa de sinistro tem e pelo seguinte:
-A contratação se não fosse remunerada ou essa remuneração fosse para uma instituição Social acreditada nessa reintegração social ou qualquer outro destino similar, será que a Fernanda Câncio não ficava desde logo mais liberta de suspeições e críticas de favorecimento?!
Será que já ninguém faz mesmo nada por amor à causa ou à camisola?!
E depois, a F. Câncio sempre podia "recuperar" com chorudos proveitos esses honorários por via de um livro associadao aos programas, pois isso "vende" muito bem... Oh se vende!
Até a Fátima Lopes já é escritora...
Martin Luther King,era um homem preto,que gostava que todos os homens brancos e pretos tivessem os mesmos direitos.
Caro Pedro, lembra-se da tal questão do «politicamente correcto»?
Sim, essa mesma, aquela que não compreendo muito bem. Pois bem, a partir duma ilha paradisiaca no oceano atlântico, venho dizer-lhe:
Não se apoquente com tal cousa. Se, até um líder máximo, em viagem turística, discursa, age e mostra pensar, pautado pelo politicamente correcto, vai o meu amigo ralar-se!!? Eu cá, não.
Olhe, que ganhe o Vitória de Setúbal.
Juro q'inda não apanhei o significado da conceito.
Correcção
(importante, desde que aprendi não ser a linguagem neutra... [nem o sabão azul e branco actual, qto. mais a linguagem):
do conceito
Tomo a liberdade de lhe sugerir para hoje, algumas reflexões em «post»:
1. Défice democrático versus Alzheimer.
2. A ausência de neutralidade em toda e qualquer observação humana versus a inocência do olhar-menino.
Se quiser, claro.
Eu vou ler a Lux - Especial Moda e Beleza de Abril, 1000 Ideias de Shopping/Primvera - Verão 2008, ao preço de 3. 25 euros. Há imenso tempo que não me entrego a interessantes leituras e, por aqui, não há nada novo.
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