
Embora me considere uma pessoa de esquerda, não sou mais um daqueles esquerdistas tontinhos que acreditam em
amanhãs que cantam, em
(so)cratinices de ensino obrigatório até ao décimo segundo ano (qualquer dia somos um país de engenheiros licenciados ao domingo por decreto governamental) no
espírito de Abril... (o espírito de Abril resume-se a um descontentamento salarial duma certa oficialidade... tudo o resto são variações e aproveitamentos à volta do tema).
Nestes dias, em dias como hoje, apetece-me lembrar, recordar nomes que não ficaram na História,
Gaspar, por exemplo e apetece-me esquecer, olvidar nomes que nem na
história mereceriam constar.
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