terça-feira, janeiro 12, 2010

18/2010 - a parte detrás de camões



O prometido é devido.
A placa, aquela placa, já não devia ali estar.
Deveria ser musealizada (onde estarão as letras originais, letras únicas em ferro forjadas, forjando palavras, frases, versos, estrofes, poemas?)
Substituída...
Trocada, por outra, mais jovem, mais moderna, mais fresca, lembrando-nos António (Eanes) lembrando-nos Fernando (Morgado) lembrando-nos... o que querem que esqueçamos.

3 Comments:

Blogger Rosa Oliveira said...

Quando amanhacer Primavera, venho cá comentar este seu «post».

terça-feira, janeiro 12, 2010 8:45:00 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Não sei onde estarão as (poucas!) letras de ferro forjado, mas acho mais importante referir que foram substituídas porque eram sucessivamente roubadas de lá...

Ana S.

quinta-feira, janeiro 14, 2010 9:51:00 da tarde  
Blogger pedro oliveira said...

Eu sei, Ana S.
Sou contra todo e qualquer tipo de vandalismo (incluindo o verbal, embora reconheça que às vezes, quase, quase o pratico, eh, eh, eh).
Seria interessante recordar como era o monumento original com as letras em metal... foi só isso que me lembrei.
Nunca li nenhuma memória descritiva do monumento (presumo que exista)mas penso que as letras em metal remetiam para a tipografia (os tipos [as letras] móveis).
A ideia era excelente,as letras separadas pouco valem, mas em conjunto, unidas, formam versos, estrofes e poemas...

quinta-feira, janeiro 14, 2010 10:00:00 da tarde  

Enviar um comentário

<< Home

não é o fim, nem o princípio do fim, é o fim do princípio