Parece que cada vez que escrevo sobre a Polónia e os polacos é para falar de morte, prometo que da próxima, falarei de algo mágico; a russa é, muito mais famosa, mas a poloca é, deliciosamente, melhor.
então e que comentário este post te merece ó sapiente Camelo? não tens palavras? se calhar se fosse sobre burros ou noras ou parques temáticos ou outros negócios de carácter de tez escura, por certo estarias mais à vontade... amélia do c******!
Camarada, todos nós temos que morrer em qualquer lado e de qualquer maneira. Morrer de forma tão quente depois da guerra fria é irónico e trágico.
Pessoa anónima, maneire os comentários. Preferia que este «blog» não fosse utilizado para descarregar frustrações de índole política ou de outra qualquer proveniência. Quando me falam de camelos lembro-me sempre que os camelos (os dromedários) podem viver três semanas sem beber... nesse aspecto não sou nada camelo, sou muito consciencioso com a minha hidratação; presumo que em Santa Margarida não existam muitos camelos, com tantos rios e açudes e assim é tudo malta que bebe bem.
Para que se saiba, em Katyn, em 1940, não aconteceu um mero assassinato, e, obviamente, foi antes da guerra fria. Foi uma forma “subtil”(!) de eliminar a elite militar e politico-social polaca para facilitar o controlo do país. O chamado “bloco do leste” do pós-guerra começou assim a ser formado, um massacre para dar o exemplo, mas também com assassinatos, prisões, ameaças, chantagens, corrupção e um controlo “Orwelliano” da vida privada dos cidadãos. Afinal para quê? A ironia é esta.
PS - Para saber mais, numa enciclopédia perto de si: “O massacre de Katyn foi uma execução em massa de cidadãos da Polónia ordenada por autoridades da União Soviética em 1940. Estima-se que o número de pessoas executadas seja de quinze a pouco menos de 22 mil. Durante 4 décadas, os Nazis foram acusados pelo fuzilamento dos polacos, facto desmentindo pela abertura de documentos secretos. Prisioneiros de guerra polacos foram assassinados numa floresta nos arredores da vila de Katyn, em prisões e em diversos outros lugares. Cerca de oito mil vítimas eram militares polacos que haviam sido tomados como prisioneiros na invasão soviética da Polónia em 1939, sendo o restante cidadãos polacos presos sob alegações de pertencerem a corpos de serviços de inteligência, espionagem, sabotagem, e também proprietários rurais, advogados, padres etc.”
Essa idoniedade é suspeita ó grande chefe, o Exmo. devia primar pela imparcialidade, fossem camelos, burros ou outros quaisquer animais irracionais (para além de outros ditos racionais, mas que pedem meças a tão nobres criaturas). É por atitudes desta índole que o seu espaço perde peso e amplitude. Com amigos como os seus, não precisa de inimigos, basta deixá-los ruminar neste prado de verde vestido. Pode apagar este comentário também.
6 Comments:
Grotesco e também irónico, é o facto de a comitiva se deslocar à Russia para homenagear as vitimas Polacas do assassinato de Katyn em 41.
Os Polacos têm razão para considerar maldita aquela região do mundo.
Lamentável
Tem que se morrer em qualquer lado...
Abraço.
então e que comentário este post te merece ó sapiente Camelo? não tens palavras? se calhar se fosse sobre burros ou noras ou parques temáticos ou outros negócios de carácter de tez escura, por certo estarias mais à vontade... amélia do c******!
Luís, foi isso mesmo que pensei.
Camarada, todos nós temos que morrer em qualquer lado e de qualquer maneira. Morrer de forma tão quente depois da guerra fria é irónico e trágico.
Pessoa anónima, maneire os comentários. Preferia que este «blog» não fosse utilizado para descarregar frustrações de índole política ou de outra qualquer proveniência.
Quando me falam de camelos lembro-me sempre que os camelos (os dromedários) podem viver três semanas sem beber... nesse aspecto não sou nada camelo, sou muito consciencioso com a minha hidratação; presumo que em Santa Margarida não existam muitos camelos, com tantos rios e açudes e assim é tudo malta que bebe bem.
Para que se saiba, em Katyn, em 1940, não aconteceu um mero assassinato, e, obviamente, foi antes da guerra fria.
Foi uma forma “subtil”(!) de eliminar a elite militar e politico-social polaca para facilitar o controlo do país.
O chamado “bloco do leste” do pós-guerra começou assim a ser formado, um massacre para dar o exemplo, mas também com assassinatos, prisões, ameaças, chantagens, corrupção e um controlo “Orwelliano” da vida privada dos cidadãos.
Afinal para quê?
A ironia é esta.
PS - Para saber mais, numa enciclopédia perto de si:
“O massacre de Katyn foi uma execução em massa de cidadãos da Polónia ordenada por autoridades da União Soviética em 1940.
Estima-se que o número de pessoas executadas seja de quinze a pouco menos de 22 mil.
Durante 4 décadas, os Nazis foram acusados pelo fuzilamento dos polacos, facto desmentindo pela abertura de documentos secretos.
Prisioneiros de guerra polacos foram assassinados numa floresta nos arredores da vila de Katyn, em prisões e em diversos outros lugares. Cerca de oito mil vítimas eram militares polacos que haviam sido tomados como prisioneiros na invasão soviética da Polónia em 1939, sendo o restante cidadãos polacos presos sob alegações de pertencerem a corpos de serviços de inteligência, espionagem, sabotagem, e também proprietários rurais, advogados, padres etc.”
Essa idoniedade é suspeita ó grande chefe, o Exmo. devia primar pela imparcialidade, fossem camelos, burros ou outros quaisquer animais irracionais (para além de outros ditos racionais, mas que pedem meças a tão nobres criaturas). É por atitudes desta índole que o seu espaço perde peso e amplitude. Com amigos como os seus, não precisa de inimigos, basta deixá-los ruminar neste prado de verde vestido. Pode apagar este comentário também.
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