terça-feira, julho 20, 2010

303/2010 - fechar, para abrir com segurança


Os leitores mais antigos deste blog lembrar-se-ão que para mim a ponte não é, apenas, uma ponte.
Não venham com argumentos demagógicos, tipo:
Não sabia que as pontes tinham prazo de validade como os iogurtes, às 23H59 está transitável e às 00H01 os estreptococos que sabem, perfeitamente, que o prazo daquele iogurte acaba no dia 20, tornam-no incomível.
Uma ponte é uma ponte e um iogurte é um iogurte.
Nunca percebi a razão pela qual se comer um iogurte às 23H55 faz-me um bem danado mas se o saborear após a meia-noite, morro fulminado; não percebo a questão do iogurte mas sei o que significa morrer em pontes.
Dizia, não caiam na demagogia.
Há alturas que a segurança de todos é mais importante que a politiquice de alguns.
Que a ponte reabra, completamente, segura, que a câmara tenha o apoio da população para fazer o que tem de ser feito.

17 Comments:

Blogger manuel marques said...

A língua... é uma ponte que permite atravessar com segurança de um lugar para outro ...

Abraço.

terça-feira, julho 20, 2010 9:51:00 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Caro José Pedro,

Quem espera sempre alcança, demorou mas finalmente emitiu uma opinião em prol do nosso Concelho, concordo plenamente consigo, se a CMC tivesse o apoio de todas as entidades e particulares do Concelho, com certeza que a mesma já estaria reparada.
È pena que não se divulgue a razão pela qual a ponte não sofreu obras de recuperação, mas isso é mais uma estratégia do nosso poder central, que continua a premiar os Concelhos da sua côr politica.
Vamos todos ajudar a CMC nesta batalha pelo desenvolvimento do nosso Concelho e região.

terça-feira, julho 20, 2010 9:52:00 da tarde  
Blogger pedro oliveira said...

Camarada Marques,

Espero que não esteja a chamar-me: linguarudo.
Um abraço.

Anónimo,

Não conheço os meandros da questão, a ponte é comunista (mais verdes) na margem esquerda; é socialista na margem direita.
Vem de Vila Nova da Barquinha/Praia (PS) para Constância/Santa Margarida (CDU) julgo que a questão não passará por aí.
Tenho a certeza que é necessária serenidade/solidariedade nesta fase.
O barco pode resolver alguma coisa mas não tudo... como se deslocarão os santamargaridenses para a zona industrial de Montalvo?
Não me repugnaria nada que fossem utilizados, bens de todos, o «minibus» ou o autocarro da câmara municipal de Constância. desde «a barca» seguindo pela estrada do Tejo até Montalvo enquanto a situação não estiver resolvida; duas vezes por dia.
Não ficaria demasiado despendioso para o município e libertá-lo-ia da tal «politiquice» que ocorrerá.

terça-feira, julho 20, 2010 10:07:00 da tarde  
Blogger pedro oliveira said...

«Não ficaria demasiado despendioso»

Os meus inimigos (que os há) atacar-me-ão, «professor da treta» nem sabe escrever, dispendioso...
Sei, sim:
dispendiosodispendiosodispendiosodispendiosodispendiosodispendiosodispendiosodispendiosodispendiosodispendiosodispendiosodispendiosodispendioso... pronto.
Despendioso, era no sentido de não ser uma grande despesa; a língua portuguesa é que está errada, eu não, obviamente.
Dispendi muitas palavras para tentar, remediar uma situação irremediável... «disculpem».

terça-feira, julho 20, 2010 10:20:00 da tarde  
Blogger O Cidadão abt said...

Para tudo há uma resposta.

Muitas das vezes nós é que desconhecemos as perguntas...

quarta-feira, julho 21, 2010 12:14:00 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

Boa Pedro grande ideia...pena que seja só vantajosa para quem trabalhe em Montalvo!! E se é um bem de todos como refere seria justo para os que não trabalham lá? Uma pessoa que trabalhe por exemplo em Tomar não será certamente mais prejudicada do que essas pessoas que até se podem organizar para irem várias no mesmo carro?!

Anocas

quarta-feira, julho 21, 2010 12:16:00 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

Já no devido tempo e neste blog, fiz alusão ao facto da incontornável questão de existir neste espaço geográfico, uma travessia condigna entre as duas margens do Tejo. Uma ponte nova era uma ponte nova, mas na ausência desta (por impedimentos maiores sejam eles quais forem) o que nós utilizadores reivindicamos, é uma infraestrutura que assente na sua génese de condições mínimas de circulação e lógicamente, de segurança para quem nela circule.
Se existe interesse e vontade politica (que eu dúvido) para avançar para uma infraestrutura de raiz, se a localização é uma centena de metros mais acima ou abaixo, se noutra óptica mais vale aproveitar a obra actual e reestruturá-la, para mim qualquer das decisões é indiferente desde que sejam satisfeitas as vontades intrínsecas da comunidade residente (e não só). Agora o que salta á vista de todos, é que não só não procedem à reparação urgente e indispensável da ponte existente (que se situa a uma distância de +/- 20 km para as duas mais próximas pontes), como é certo que deram o dito pelo não dito em relação ao projecto já aprovado há uns largos anos para uma travessia em Constância-Sul, como para descrédito (mais uma atoarda entre as muitas que têm sido useiras nestes últimos anos) deste governo vêm agora anunciar uma travessia uns Kms mais acima (a uma distância de 4km de outra ponte), baseando essa escolha numa estratégia de fixação dos investidores nipónicos, que diga-se em abono da verdade, estão-se borrifando para esses «pormenores» (basta existir abertura nos novos países da zona Euro, para nos mandarem dar uma curva). E digo mais, só ainda não passaram do papel à prática, porque a conjuntura não é favorável.
Amigo Pedro, não diga que não existe conotação politica nesta decisão, pois basta atentarmos em que concelho estamos a falar, qual a força politica dominante, quem está umbilicalmente associado a ela (que figura está no governo em representação de... ), portanto é só saber fazer contas de somar. Por outro lado, o representante de V.N.Barquinha não têm o peso politico dos barões de ´´Aurantes``.
O Politico Residente

quarta-feira, julho 21, 2010 12:37:00 da manhã  
Blogger pedro oliveira said...

Anocas, a câmara não poderá resolver o problema de cada pessoa,poderá assumir um papel de coordenação, para viagens de automóvel partilhadas,por exemplo.
Para Tomar a deslocação poderá ser efectuada por via ferroviária.

Político Residente, esse é o tipo de blá,blá,blá que, neste momento, não interessa.
O PS é mau e o Jorge Lacão é feio e vão fazer «a nossa» ponte em Tramagal... tomaríamos nós, nesta altura, ter uma ponte em Tramagal, sempre ficaria mais perto que a da Chamusca ou de Abrantes

quarta-feira, julho 21, 2010 7:35:00 da manhã  
Blogger manuel marques said...

Camarada Pedro, é com a lingua que se articulam as palavas e é falndo, que a gente se entende.
Esta é uma matéria que interessa a todos...

Abraço

quarta-feira, julho 21, 2010 3:05:00 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

O que vale é que o culpado é sempre o mesmo.
Então em tempo de vacas gordas o professor Cavaco (PM 12 anos para quem não se lembre) não fez a ponte, agora, com vacas magras, o culpado é o engenheiro. Ele que nem pode assinar vivendas. Que fizesse, então, o Freeport no Enxertal!
E o maior e melhor, super autarca do mundo e arredores?
Foi eleito para quê?
Para fazer coisas fáceis com o dinheiro dos alemães.
Se não tinha arcaboiço, arreasse.
Para quem diz que não há ponte porque o concelho é comunista, se calhar o raciocínio é ao contrário: bem feita!!!, votaram no partido errado!!!

quarta-feira, julho 21, 2010 6:15:00 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

O Pedro está a deturpar as minhas palavras e o meu sentido de raciocínio, aliás, eu somente peguei nas pontas soltas que deixou interrogativamente no ar. Mas já que está a utilizar uma linguagem pouco séria (digo e acho eu), sempre lhe direi que gostaria que apresentasse para todo o público seguidor deste seu blog, uma proposta credível que porventura solucionasse (remediasse) o «nosso» problema, pois nem sequer sujeito a qualquer consideração as «bricadeiras» que apontou para amenizar o sofrimento das populações. O meu blá blá blá (a minha revolta expressa que muitos consideram puramente cambalacho politico) esbarra na sua vida aos quadradinhos, a cores ou a preto e branco, como entender. Para as deslocações de pessoas ´´existe o transporte maritimo, o transporte rodoviário a cargo da Câmara e o transporte ferroviário (a etapa que falta para chegar ao destino deve ser feito a pé, sempre é uma forma saudável de presentear os cidadãos)``, oraaaa Sr. Pedro! Então e o transporte de mercadorias, e o transporte de doentes e os meios de socorro... Por favor, quem está a contribuir para a anarquia é o meu amigo.
O Politico Residente

quarta-feira, julho 21, 2010 6:34:00 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

O anónimo das 6.15 anda um pouco fora de tempo, de contexto e numa história errada. Então acha que esta ou qualquer outra autarquia nacional, tinha arcaboiço para construir pontes ou outras obras desta índole? A questão que se coloca é que se o termo ´´COMUNISTA`` não estivesse estampado na porta de serventia da CMC, outras portas se abririam, as vontades de desbloqueio económico-financeiro seriam decerto mais favoráveis, logo podemos concluir que a nossa democracia está doente, a politica está equinada com gente sem escrupúlos e com princípios éticos deploráveis (o fascismo já acabou, pelo menos oficialmente!!!). Acha então que o partido da sua preferência tinha os predicados para levar por diante esta tão arrojada façanha? Lamento que pense assim, talvez tenha que ser mais interventivo na vida politica do seu partido de modo a tomar consciência da realidade, passe a tarefa de arrumar os locais dos comícios a outros mais militantes e avance sem medo!
O Politico Residente

quarta-feira, julho 21, 2010 11:39:00 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

este e um assunto ao qual voces se virem bem ja apresentaram aqui muitas ideias viaveis para o atenuar desta situaçao pois bem vou dar-vos mais uma ideia que acho que para ja era a mais viavel para "temporario".
temos a brigada mecanizada em santa margarida com um quartel de engenheiria e temos em tancos a escola pratica de engenheiria cada uma com uma conpanhia de pontes havendo as pontes fixas e flutuantes infelismente houve uma catastrofe na madeira onde foi montada uma ponte fixa da escola pratica de engenheiria com a colaboraçao do quartel de engenheiria de santa margarida.
esta ponte tem largura suficiente é segura pois tao prontas para a passagem das novas pandur e leopard carros de combate e que ate os sr camionistas podiam passar la,agora alguem me diz do que estao a espera?
ou isto so serve para quando ha catastrofes?
e obvio que nao!!!!
e melhor que o barco ou que autocarros ou mesmo o comboio!
e mais ja tiraram as placas com a indicaçao para a ponte no cruzamento junto ao cafe fatinha portanto acho vai ser dificil voltar a passar na ponte.
abraço para todos.......

quinta-feira, julho 22, 2010 1:27:00 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

Agora os pintainhos ingénuos da democracia vêm chamar fascismo às práticas políticas empregues por TODOS (repito, TODOS) os partidos quando chegam ao poder, seja nacional, seja LOCAL (repito, ao PODER LOCAL). Obviamente que as prioridades são democráticas, mas umas são mais democráticas que outras, é como por cá, uns são filhos, outros são enteados. “A democracia doente e a política equinada com gente sem escrupúlos e com princípios éticos deploráveis” não são exclusivos da capital.
E o mau jogo político também não.
Ao longo de vinte anos a Câmara Comunista de Constância quis uma só coisa: UMA PONTE NOVA EM CONSTÂNCIA, tudo o resto (ponte velha reparada ou ponte nova no Tramagal) estava descartado.
Quem tudo “lo” quer, tudo “lo” perde.
Como as crianças mimadas que só querem brinquedos novos em folha, nunca deixaram cair tal capricho e não pensaram em planos B ou C, para garantir UMA TRAVESSIA RODOVIÁRIA, qualquer que ela fosse.
Podiam, digo eu, ter investindo na actual ponte e ter feito mais (em 20 anos!!!), sem birrinhas, para impedir que se chegasse a esta situação. Um exemplo entre muitos outros: tinham começado por fazer pressão para a retirar da tutela da CP/REFER e conjuntamente com a Barquinha tinham formado uma empresa/organismo Inter-Municipal que a gerisse técnica e financeiramente, e no limite, à falta de ajuda do poder central, aplicavam PORTAGENS (justificadas mas pouco eleitoralistas) que ajudassem a pagar a sua manutenção – “Mais vale ter mau hálito que não ter hálito nenhum”, Confúcio.
e/ou (porque não eram incompatíveis ),
Podiam ter apostando na construção imediata da ponte no Tramagal fazendo lobby conjunto com todos os municípios com interesse na ligação da margem sul à A23 - Não houve união, não houve força, não há ponte, nenhuma das três.
Concluindo, os comunistas foram pouco colectivos e pouco inteligentes, nada de novo, não tiveram arcaboiço para levar a sua “barca” a bom porto, nem acautelaram o previsível.

quinta-feira, julho 22, 2010 5:25:00 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Mas ó anónimo das 5.25, é lógico que a politica é igual em todo o lado, seja no poder central ou local, há é quem aposte que não (talvez vossa senhoria) e tente fazer passar o sol por uma peneira. Toda a gente sabe quem é quem nos meios autarquicos, e por tal votam mais nas pessoas que nos partidos (apesar das pessoas estarem associadas aos partidos e existirem pessoas e pessoas, assim como partidos/partidos e forças politicas). Também admito que nem todas as opções politicas seguidas tenham sido as mais indicads, mas caramba onde está a oposição? Quais as medidas por si tomadas para inverter os «calabotes» politicos do poder instituido? Não me venham com a velha máxima que existe uma espécie de KGB concelhío que impede as pessoas de se manifestarem, onde param os politicos idóneos e credíveis na oposição que permitam às pessoas ter alternativas democráticas de voto?
Para uma solução imediata e a prazo (pelo menos até que quem de direito consiga resolver a situação), também defendo tal como o anónimo da 1.27, que montem uma ponte militar (mais abaixo presumo, apesar de não ser expert na matéria, o que importa é que a instalem) que é suficiente forte para aguentar o tráfego diário.
O Politico Residente

sexta-feira, julho 23, 2010 11:30:00 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Primeiro foi o “diabo” Sócrates, depois a “malvada” REFER e agora a “terrível” oposição.
Mas o “santo” António não, esse não.
Era curioso divulgar algumas actas da Assembleia Municipal e, principalmente, as palavras do antigo Presidente da Câmara sobre as possibilidades de reparação desta ponte, e já agora, também, as palavras da oposição.
Penso que as actas são públicas, caro Pedro Oliveira, dou-lhe essa honra.

domingo, julho 25, 2010 12:19:00 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Tem-se visto quão terrível a oposição sido nos últimos anos em Constância. Não caro anónimo das 12.19, enquando os digníssimos vereadores da oposição se divertem a «lavar roupa suja» (como já li por aqui) nas sessões de câmara, se fossem originais e contrapossem às directivas da maioria, com propostas dignas desse nome em prol da população que os elegeu, assim estariam a contribuir para mudar algo e ao fim e ao cabo, justificarem a sua presença no elenco. Já repararam que à pala de não terem voz na matéria ao nível da gestão da cãmara, estão a ganhar o «belo« sem fazerem puto? Para quê chatearem-se se ao fim do mês tudo está no devido lugar?
Balelas amigo, balelas... Por causa dessa lucidez de processos e vigor politico, os resultados eleitorais têm sido tão promissores, e depois chamam ao povo de Burro...! Se os comunas que lá estão não prestam, o que diremos da miséria franciscana que tem reinado na oposição (????).

segunda-feira, julho 26, 2010 6:39:00 da tarde  

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