402/2010 - chamam-lhe bruma
Entre o Bruma na memória, ó pá, sente-se a voz dos teus egrégios avós que hão-de guiar-te à vitória.
Bruma, pá, olha o braço esquerdo, vê o símbolo de campeão de Portugal que, orgulhosamente, transportas.
Bruma, não sejas uma bruma passageira que com o vento se vai, nem um cristal bonito que se quebra quando cai.
Sê homem, miúdo, apesar dos teus dezasseis anos.
Entre ficar e partir nem sempre é fácil decidir.
Fica miúdo, sê homem, por Portugal, pelo Sporting Clube de Portugal que há-de guiar-te à vitória.
fontes & alambiques
1 Comments:
Também as brumas em Entre-Zêzere-e-Tejo parecem negras.
Mas por causa da judite passageira...
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