segunda-feira, dezembro 31, 2007

1150 - um selo sem carimbo

Para o ano entrarei na minha quarta década, o primeiro facto importante de 2008.

domingo, dezembro 30, 2007

1149 - o dia em que o maneta foi prò maneta

Louis-Henri Loison nasceu em Damvillers a 13 de Maio de 1771, morreu em Liège em 30 de Dezembro de 1816.
Todos os homens são peças colocadas no xadrez da vida, movimentando-se nos eixos do tempo e do espaço.
O tempo de Louis-Henri foi de mudança.
Durante os quarenta e cinco anos que por cá andou, assistiu à queda de Luís XVI, da Convenção, do Directório, do Consulado e do Império. Protagonizou vitórias e agonizou nas derrotas.
Louis-Henri nunca se acomodou, faltava-lhe um braço e a mão, sobrava-lhe determinação. Possuía uma língua tão afiada como a espada, nas denúncias que efectuou ao Imperador não poupa camaradas nem chefes. Era ambicioso, feroz e egoísta, a sua insensibilidade e crueldade granjearam-lhe o ódio das populações... daí a expressão: ir prò maneta.
Louis-Henri, provavelmente, não teve uma vida exemplar, foi um homem destituído de juízos morais mas que moral poderia haver numa época em que governantes e governados perdiam, literalmente, a cabeça...
Foste prò maneta há, precisamente, 191 anos, que la terre te soit légère.

1148 - amigos comuns

o mundo é pequeno (ver comentários) ou Brasil, Estados Unidos da América, Portugal e santamargarida juntos pela blogosfera

sábado, dezembro 29, 2007

1147 - vai um café

Em dois jogos sofreram meia dúzia de golos e marcaram isto.
O conjunto encarnado foi quase sempre muito superior ao rival... pois.

1146 - politicamente incorrecto


(nota: se é susceptível não pressione as letras laranja se não é, talvez, seja preferível, também, não o fazer)
Em 2008 muitos fumadores deixarão de o ser e, talvez, façam como Lucky Luke, passem a chupar na palhinha.
Chupar na palhinha com o maior respeito, claro... não me confundam, por favor, com o Sr. Dr. José Maria Martins.

1145 - ¿por qué no te callas?, tadeia

(...) já repetiu declarações gravemente ofensivas para a organização leonina comparando o treinador a um ditador e o clube a um quartel [sem link, versão papel p.7]
Tento fazer o melhor para o clube e, por vezes, as pessoas não entendem assim. Se é ser indisciplinado dizer que não vou bater um penálti, porque deixei de os marcar nos jogos, ou isto aqui é uma ditadura ou um quartel-general.
A frase de Liedson está no condicional, se, repito: se.
Se ser indisciplinado é (...) ou isto aqui é (...) ou (...) não leio naquela frase: Paulo Bento é um ditador e o Sporting é um quartel mas eu não tenho carteira profissional de jornalista nem sou pago com dinheiro do Estado (sim leitor, mais um para quem vai parte do seu dinheirito) para dar explicações.
Quanto ao título deste post acho, sinceramente, que António Tadeia tem todo o direito a ter uma opinião, não tem é o direito de escrever um artigo arrasador dirigido a uma pessoa, identificando-o e pondo em causa não só o profissionalismo de Liedson como o carácter: (...) não creio que tenha deixado de marcar golos de propósito no início da época passada, recuperando a veia goleadora [o que é a veia goleadora, António?] quando finalmente lhe aumentaram o salário.

1144 - call boys

O Estado português paga a garotos de programa.
Poderia chamar-lhes garotos com programas mas os programas destes garotos nunca são cumpridos.
Ainda, assim, foram aumentados.
Em 2008 a subvenção estatal para esta rapaziada será de: 16,005 milhões de euros, repito: 16,005 milhões de euros.
Lá vamos votando e rindo, levados, levados sim.

1143 - um pobre timoneiro a quem o leme está a queimar

Sou um pobre timoneiro na noite imensa do mar. A sul da minha solidão o cruzeiro, luz no céu para me guiar. Lanterna de navegar alivia-me a pressão que o leme está a queimar.
Estamos longe do destino e eu não sei onde é que isto vai parar. Cruzeiro do sul. Lua não troces de mim tão longe de casa eu sei, o medo dança com as sombras e eu vejo o que imaginei. Estou sozinho junto ao leme não é tempo de poetas já tombaram mais de dez e nós ainda aqui às voltas procurando coisas que Deus não fez.

palavras de Carlos Tê

quinta-feira, dezembro 27, 2007

1142 - francisco josé viegas e o des(porto) rei


Todos nós conhecemos pessoas que são incapazes de falar ou escrever sobre futebol despindo-se de amores clubísticos.
Francisco leva essa arte ao exagero.
Quando se iniciou a última jornada o Sporting tinha 65 pontos e recebia o Belenenses, o Porto tinha 66 pontos e recebia o Aves. O Aves chegou a estar a vencer no Dragão mas acabou por sofrer quatro golos, repito quatro golos. O que aconteceu ao guarda-redes do Aves que sofreu esses quatro golos que permitiram que o Porto fosse campeão e que condenaram o Aves à descida de divisão (perguntam, alguns, leitores). Está aqui.
O Sporting acabou a época passada com, apenas, duas derrotas (uma delas com um golo marcado com a mão) e 15 golos sofridos, o Porto teve cinco derrotas e sofreu 20 golos. Ah e nos confrontos entre os dois (perguntam) o Sporting ganhou no Dragão (jornada 22) e empatou em Alvalade (jornada 7).
Quem mereceu ser campeão, então?
Quanto ao racismo que Quaresma é alvo, Francisco tem toda a razão, isto a acreditarmos na versão de Quaresma, claro...

1141 - dezassete pessoas mortas em ataque suicida

Em Israel são ataques suicidas...
No Paquistão são assassinatos...

quarta-feira, dezembro 26, 2007

1140 - o pai natal da ericeira

Comecei por falar de Natal para pretos e brancos, Pedro descobriu a verdade na Ericeira, Will já a descobrira há dois anos (há dois anos atrás, como diria o outro).

1139 - tejo, que levais no regaço?

(será que é para sabotar a barragem ou barragens?)

segunda-feira, dezembro 24, 2007

1138 - então, é natal

O Natal inspira os nossos melhores sentimentos, como nesta canção de Lennon, pode, também inspirar-nos de outro modo...

sábado, dezembro 22, 2007

1137 - os bancos estão fechados, segunda-feira

Esta treta está escarrapachada neste jornal.
Sobre o Ricardo já tinha falado aqui, a mãe de Ricardo é professora universitária, minha colega, o irmão do Ricardo brinda-nos de vez em quando com comentários palermas...
Lealdade, sei que esta palavra significa muito para Ricardo, sentir-se-á, provavelmente, magoado nesta altura.
A vida não é livro em branco que vamos escrevendo, ao contrário daquilo que os Delfins pensam, ninguém nasce selvagem pertencemos a um Passado, a uma História e a uma Tradição, não se nasce, impunemente, nas praias de Portugal diz o poeta...
Ricardo tem um Passado, uma História, uma Tradição e um Futuro, às vezes é necessário dar um murro na mesa.
Jogadores como o Peter Mendy não merecem ser abandonados, mas enfim, às vezes (muitas vezes) temos de mostrar que somos Homens.
Este espinho, pelo menos, ficará cravado na garganta de alguém.

1136 - paz na terra aos gajos, às gajas, aos ciganos e às ciganas de boa vontade

Ao olharmos para o canto superior esquerdo desta imagem vemos árvores que associamos à morte, um muro branco que marca um espaço onde está deitado o que resta do meu tio Mário, era o irmão mais velho da minha mãe, aninhei-me nele mas lembro-o, apenas, em fotografias a preto e branco.
O estacionamento ao lado do cemitério da Praia do Ribatejo é o melhor sítio para olharmos Constância.
O nosso olhar desce e vê o edifício da Junta de Freguesia de Constância, quatro águas.
O presépio, existem vários em Constância, estão no site...
Já falei naquilo que o presépio nos mostra, não tinha falado naquilo que o presépio nos esconde: a placa da geminação com Fondettes, eles não têm vergonha de nós, Constância está no site daquele município: «Fondettes est jumelée avec Naurod (Allemagne) et Constância (Portugal)» nós (o actual poder político local, obviamente) sentimos vergonha, tapamos a placa.
As invasões francesas, provavelmente, deixaram em Constância feridas que, ainda, não estão saradas... ocultar a História não me parece uma boa opção.
Joyeux Noël et Bonne et Heureuse Année, Fondettes em Constância nem todos pensam do mesmo modo, je jamais taparia a vossa placa.

sexta-feira, dezembro 21, 2007

1135 - advento, quaresma e jesu(aldo)

«Jesualdo Ferreira tem (...) uma atitude louvável, perante o jogo e os acontecimentos. Apenas uma vez, neste quase ano e meio, se queixou de um árbitro (...) [sic]
(...) Numa palavra, soube sempre ganhar e sempre soube perder, nas poucas vezes que isso lhe aconteceu.» [sic]*
Boileau terá dito:
Vale mais a ignorância do que um saber vaidoso, lembrei-me a propósito de alguns comentadores que me chamam ignorante, cobarde e tudo o que lhes passa pala cabeça sem sequer procurarem um dicionário on-line ou tão só procurarem saber o significado da expressão: numa palavra.
Numa palavra significa: em uma palavra (uma, ok).
Para o Sr. Dr. Miguel Sousa Tavares uma palavra é: soube (1.) sempre (2.) ganhar (3.) e (4.) sempre (5.) soube (6.) perder (7.), nas (8.) poucas (9.) vezes (10.) que (11.) isso (12.) lhe (13.) aconteceu (14.) para mim são catorze palavras, mas o ignorante sou eu, , eu é que sou ruim?
No parágrafo anterior referi a forma, referirei agora o conteúdo segundo o Sr. Dr. Miguel Sousa Tavares, Jesualdo não critica as arbitragens... isto é um beijinho ao Pedro.
* Aqui, 2007.12.18, p.20 (papel)

1134 - sem vacas nem burros

Quando elaborei este post estava a pensar como seria um presépio comunista.
Eu tal, como o menino Jesus, sou pela separação total entre Igreja e Estado, a César o que é de César a Deus o que é de Deus.
Constância é uma vila comunista há mais de vinte anos, tratamo-nos todos por camaradas e nos mastros de muitas casas ondulam bandeiras vermelhas com foice e martelo incluídos.
O que levará então uma Câmara Municipal Comunista a plantar na entrada principal um presépio cristão?
Afinal a religião é ou não o ópio do povo?
Comenta o meu amigo Fialho lá atrás (no post linkado) gosto mais de presépios com vacas e burros e coiso e tal, caro João conforme podemos constatar pelas imagens em Constância não há vacas nem burros (pelo menos no presépio).
Reitero os votos de um Santo Natal para os crentes e para os responsáveis pela colocação daquele lindo presépio ali e para todos os outros Boas Festas.

quinta-feira, dezembro 20, 2007

1133 - padaria de fernando antunes, as letras na platibanda

Comprei centenas (para não dizer milhares) de papo-secos, ali.
A padaria do Sr. Fernando Antunes.
Portela de Santa Margarida da Coutada (como o nome indica) era a entrada para o mundo.
No início dos anos setenta (do século passado) não me preocupava com a duração dos sacos plásticos (nunca tinha visto nenhum) preocupava-me com o peso do saco de pano que tinha de carregar nos sábados de manhã com sessenta, setenta papo-secos.
Sentia-me importante por já ter idade suficiente por ir ao pão sozinho, gostava dos rituais, dos cumprimentos, do cheiro a pão fresco (quente), das conversas (calhandrices) das senhoras, de ser parte de algo, de ser o filho de.
Conforme vamos envelhecendo, vemos coisas que nunca tínhamos visto.
Nunca tinha reparado naquela platibanda, devem existir poucas casas comerciais com inscrições na platibanda (devem existir poucos imóveis com platibanda) no concelho de Constância.
Aquela padaria arruína-se e com ela ruem parte das nossas memórias, parte das recordações de meninos como eu, quando as ATL (actividades de tempos livres) era corrermos em liberdade pelas ruas, quando perícia era conseguirmos fazer habilidades com um velho pneu de motorizada empurrado (conduzido) com um pau, mostrarmo-nos certeiros com os berlindes e eficazes com a fisga.
Olho-me hoje a escrever para a internet, pensando nos meninos d' hoje que não serão os putos qu' eu fui, muitos serão crianças cujos pais se demitiram de as educar, muitos obrigados a permanecer na escola (não disse a estudar) sem exigências, sem retenções, sem futuro mas, provavelmente, com novas oportunidades no final...
Fazer melhor não seria difícil, bastaria abandonar o conformismo, agir na terra.

quarta-feira, dezembro 19, 2007

1132 - passar de ano (não ficar retido)



Este blog procura ser um espécie de janela aberta para o mundo, agir na terra, pensar o mundo diz ali em cima.
Assim é.
Qual o melhor local para passarmos de 2007 para 2008?
Alvalade, obviamente.
Passar o ano numa escola... estamos sempre a aprender.
Caldo verde... esperança.
Camarão, hum.
Bolo-Rei, hum (bolo-república, dah).
Passas, hum.
Champanhe, champanhe? (hum, dah).
Animação com Carina Sofia, yes.
Organizado pelos: Barrigotos (assim é que é, fazem um gajo sentir-se em casa).
Agora, a cereja no topo do bolo ou «the last but not the least», um gajo (ou uma gaja) telefona e quem nos atende? [perguntam]
- A Felicidade [respondo], Eloísa Felicidade.
Resumindo e baralhando pode passar de 2007 para 2008 numa escola, comendo camarão, bebendo champanhe e acompanhando com umas passas, bastando para isso fazer a marcação com a Felicidade (269 595 044).
Pronto, podemos olhar a escola e a felicidade de outro modo, afinal nada é definitivo.



1131 - o tubarão amarelo do dr. menezes e o dr. pedro marques e a estupidez de uns miúdos parvos

Nós e os nossos medos.
O Dr. Menezes tem medo de tubarões.
O Dr. Pedro tem medo dos assaltos provocados pela estupidez dos miúdos parvos.

segunda-feira, dezembro 17, 2007

1130 - trinta dias tem o mês, trinta cêntimos tem o bolso

Já alertei para o dinheiro que o estado chula (não me ocorre uma palavra melhor) em cada maço de tabaco.
A actualidade leva-me a voltar a este tema.
Numa família média com quatro pessoas, o Manel com quarenta anos, a Maria com trinta e oito, o João com vinte anos e a Joana com dezoito anos, quatrocentos e vinte e seis euros a dividir por quatro dá cento e sete euros (estou a arredondar por excesso) por mês para cada um.
Cento e sete euros a dividir por trinta dias dá três euros e sessenta cêntimos por dia (continuo a arredondar por excesso) três euros e trinta cêntimos têm destino...
Conseguirá alguém sobreviver com trinta cêntimos diários para comida, vestuário, jornais e revistas, livros, internet, cinema, teatro, visitas a museus e bilhetes para o Sporting [estou a referir, apenas, coisas básicas]?

1129 - é natal, é natal







quinta-feira, dezembro 13, 2007

1128 - presépio alternativo

1127 - morcegos de lisboa

A cimeira e o tratado de Lisboa.
Os morcegos são como os políticos, mamíferos que voam (em primeira classe).
Os políticos são como os morcegos, negros, rabudos, de peluche e tal...
Há de tudo.
Os políticos são os nossos hortelões, cuidam da nossa horta e recebem um salário por isso, o problema dos políticos (de muitos políticos) é quando pensam que são os donos dela.
Não o são, apenas a tratam, cuidam-nos das couves, das alfaces, dos pepinos e dos tomates, não mais que isso.
O povo é o dono da horta, ao político compete saber cultivá-la.

1126 - maria (antonieta)

O mau gosto deveria ter limites, nos blogs, nas revistas...

quarta-feira, dezembro 12, 2007

1125 - vale do mestre


Tal com há malmequeres que mudam de cor, palpita-me que, brevemente, uma terra retomará o seu verdadeiro nome, o curioso é que quando se trata de documentos oficiais sabem escrever: Vale do Mestre.

terça-feira, dezembro 11, 2007

1124 - literatura numérica (coberta de livros em 3 das 4 paredes)

D1 intr8 qualquer surge uma espécie de literatura, seja o que 2 quiser (penso).
Gostaria de arranjar 1/2 de tornar este post interessante, tipo 1 fado, 4 paredes pintadas, 2 braços à minha espera, 1 promessa de beijo... promessa de beijo, 1/4 (sejamos práticos e pragmáticos)... como diria o meu amigo Manel: beijinhos e abraços dá-me a minha mãe, 10culpa, Manel, 5 muito ter utilizado uma frase muito tua, 100 problemas, sim?

1123 - telhados, águas (barragens, sacanas e bananas)

Palavras escritas.
Palavras pesquisadas.
Um post esquecido.
A pontuação que procurava era um ponto de exclamação, um ponto de interrogação ou assim...
Telhados pobres (uma água).
Telhados remediados (duas águas).
Telhados ricos (quatro águas).
Telhados de vidro... ou paredes de vidro (como eles).

segunda-feira, dezembro 10, 2007

1122 - quando os extremos se tocam

Quando um blog de extrema-direita (estou a ser irónico) e um jornal da esquerda democrática (continuo com a ironia) têm a mesma opinião só podem estar certos.
A minha auto opinião insere-se na premissa evidenciada no parágrafo anterior, ambos os dois abordam a problemática referida numa perspectiva que parece-me a mim estará correcta, embora se analisarmos a questão olhando-a sob um prisma diferente, provavelmente, seremos levados a ter uma maior abrangência prospectiva que nos poderá, repito que nos poderá, conduzir a uma conclusão inconclusiva.

1121 - eleições autárquicas

1120 - demeautoexcluir


Depois de muito
reflectir
tomei a decisão de me auto
excluir
da possibilidade
de vir

a ser
seleccionador inglês
isto apesar
de considerar
tratar-se
de um
cargo fantástico.

Como treinador já tínhamos percebido a specialidade.
Como poeta, também não convence, se na primeira estrofe, ainda, consegue efectuar alguma rima (embora a métrica seja deplorável) já a segunda estrofe parece o futebol do Chelsea depois de marcar um golo, lembram-se?
A táctica era o Drogba marcava um golito e depois vinham todos para trás defender o resultado (seria interessante uma estatística que nos mostrasse o número de jogos que o treinador special ganhou pela diferença mínima).
Uma auto-crítica significa uma introspecção, o que significará: «me auto excluir»? Será o célebre: «parece-me a mim» de Miguel Sousa Tavares a fazer escola?
Fantástico, pá...

domingo, dezembro 09, 2007

1119 - miseravelmente

Que tipo de ladrão roubará estes gajos?
Se queriam roubar gajos que não vivem em casas porque não roubaram este?

1118 - erotismo sem falo

António-Pedro Vasconcelos, deixa-me sem fala:
A cena é de um erotismo que deixa a equipa sem fala.
O que eu espero é que o público, quando a vir, tenha o mesmo prazer que nós tivemos a filmá-la.

1117 - caras (e coroas)

documentário a
preto e
branco

1116 - como tornar o benfica campeão

A gente não lê canta Rui Veloso, se lessem não acontecia isto...

1115 - é linda de «blue jeans» e blusão de cetim

Volto a este post para dizer o óbvio o meu comentário no Arrastão é uma letra cantada e gesticulada por Marco Paulo no tempo em que Michael Jackson era negro e Marco tinha carapinha.
Aproveitem para ler esta «baixa ordinarice».
As atitudes ficam para quem as toma...

sábado, dezembro 08, 2007

1114 - imagine

1940.10.09 / 1980.12.08

Quarenta anos e quase dois meses...


sexta-feira, dezembro 07, 2007

1113 - onde estão, que é feito de vós?


Era o tipo de blog http://www.csiconstancia.blogspot.com/que eu não faria.
Gosto de atirar a pedra mas não gosto de esconder a mão.
Reconheço, contudo, que colocou o dedo em algumas feridas.
Espero que volte (que voltem?) à blogosfera com vontade de melhorar um concelho que é de todos nós.

1112 - achamento

O que é a morte?
Perder?
Associamos muitas vezes morrer a perder, Zé Luís escreveu-o.
Morrer pode ser ganhar.
As pessoas não nos morrem, nascem dentro de nós.
Gosto de pensar que transportamos no peito todas as pessoas que amamos, todas as que amámos, aquelas que amaremos, gosto de pensar que somos transportados no peito de quem nos ama e que o nosso sorriso, os nossos carinhos, a nossa voz, o nosso cheiro perdurarão na memória daqueles que nos conheceram.

1111 - festival da canção 1968



Post 1111, quarteto 1111.
1968, pois.

1110 - mais livre que ninguém

Andava há tempos para postar sobre isto.
Felizmente, Daniel poupou-me trabalho.
Vale a pena visitar este post e ampliar as imagens.
As pessoas importantes gostam de construir: comboios de alta velocidade, aeroportos, pontes (não têm dinheiro mas gostam) gajos como eu gostam de desconstruir, mesmo que essa desconstrução abale o nosso imaginário infantil.

quarta-feira, dezembro 05, 2007

1109 - dois livros na cabeceira, rebuçados no bolso


Dr. Isabelinha e os seus invejáveis 98 anos.
Nasceu em Almeirim a 5 de Dezembro de 1908. Um grande médico, um talentoso desportista, mas, acima de tudo, um homem de uma generosidade incomparável. Amigo de conhecidos e desconhecidos. Conhecido como "o pai dos pobres", deixou o consultório há dois anos mas continua a ajudar quem lhe pede auxílio. Actualmente com 98 anos, está atento às notícias nos jornais, tem sempre dois livros na cabeceira e um bolso cheio de rebuçados.
Transcrevo, também, um «e-mail» do Dr. Rui Lopes que me alertou para este aniversário:
Hoje, dia 5 de Dezembro, completa 99 anos o Dr. Joaquim Gonçalves Isabelinha, ilustre oftalmologista de Santarém.
O Dr. Isabelinha, com quem troco correspondência, nasceu em Almeirim, fez o Liceu em Santarém e em 1930 rumou a Coimbra para cursar Medicina, tendo terminado o Curso em 1936. Jogou na Briosa e por um pouco falhou a 1 ª taça de Portugal de 1939, ganha pela Briosa.
Exerceu sempre medicna em Santarém, na casa onde actualmente habita, no Largo Sá da Bandeira, junto da Sé Catedral de Santarém. Como médico, celebrizou-se não só pela sua eficácia como oftalmologista, mas também, como "médico dos pobres", pois deu milhares de consultas grátis, tal como milhares de cirurgia grátis. Aposentou-se há 2 anos, portanto, aos 97 anos, porque, segundo me disse numa visita que lhe fiz, o filho estava sempre a dizer que ele precisava de descansar.
Memória viva de Coimbra da década de 1930, parabéns ao Dr. Isabelinha que, actualmente, é o jogador da Briosa com mais idade vivo.
Algumas referências em:
http://guitarradecoimbra.blogspot.com/2006/12/heris-da-bola-iv-joaquim-duarte.html
http://guitarradecoimbra.blogspot.com/2006/07/jos-joaquim-isabelinha-marques-incio.html
http://guitarradecoimbra.blogspot.com/2006/02/isabelinha-uma-lenda-viva.html
.http://guitarradecoimbra.blogspot.com/2006/02/as-glrias-da-briosa-isabelinha.html
Realço, ainda, que no último link (Diário de Coimbra) a data de nascimento do Dr. Isabelinha está incorrecta.
Um excelente aniversário e que para o ano possamos estar a fazer a festa do centenário ou festa secular como se diz em São Miguel do Rio Torto (desculpa, Rui, não resisti, ainda pensei: resistirei, resistirei mas não fui capaz).

terça-feira, dezembro 04, 2007

1108 - um homem incapaz de tomar conta da sua família não pode tomar conta do país

Lembro-me sempre disto neste dia, dos falsos moralismos, da hipocrisia.

1107 - mais milhão, menos milhão




Em Julho falava-se duma dívida de 1 300 milhões, repito: 1 300 milhões de euros.
Agora discutem-se 400 milhões ou 500 milhões, 100 milhões a mais ou a menos, trocos.
Comparando com as depesas totais efectuadas em 1956: 285. 415 contos (bastante menos que um milhão e meio de euros) obtemos um termo de comparação.

1106 - endireitando o menir

Uma técnica em restauro vai colar o topo no menir e depois endireitá-lo, isso, os menires têm de ser tratados carinhosamente, primeiro colar o topo, realmente, um menir sem topo não tem nenhuma serventia e depois endireitá-lo, parece-me bem.
Um trabalho feito em duas etapas, espero que corra bem senão vai acabar tudo à martelada, o Victor não é gajo para brincadeiras e, obviamente, quererá ficar com o menir erecto mas com o topo bem colado, claro...

domingo, dezembro 02, 2007

1105 - há coisas fantásticas


blogs que visito que se prostituem à publicidade.
Há sites que fazem o mesmo.
Às vezes mistura-se tudo, bombas que arrasam e prostituição, há coisas fantásticas...

1104 - as invasões francesas e o ribatejo

Acabei de ler este livro.
Detectei, apenas, tem um erro histórico... em 1808 não existia Ribatejo como unidade territorial, esta zona, a zona de Punhete, Abrantes, Thomar pertencia à Estremadura, como, aliás, podemos ver aqui.

1103 - engenho e arte

Com algum engenho e muita arte julgo que consegui ultrapassar os problemas informáticos.

sábado, dezembro 01, 2007

1102 - liberdade

Franceses e nazis traziam uma liberdade que brotava do cano das armas, a liberdade de irmos prò maneta.
não é o fim, nem o princípio do fim, é o fim do princípio